Lição 01: Gálatas 1 – A inconstância dos gálatas | 2° Trimestre de 2025 | EBD PECC

EBD Pecc (Programa de Educação Cristã Continuada) | 2° Trimestre De 2025 | TEMA:  GÁLATAS E EFÉSIOS – A Verdadeira Liberdade e a Unidade do Corpo de Cristo | Escola Biblica Dominical | Lição 01: Gálatas 1 – A inconstância dos gálatas SUPLEMENTO EXCLUSIVO DO PROFESSOR Afora o suplemento do professor, todo o conteúdo de cada lição é igual para alunos e mestres, inclusive o número da

Revista PECC Adultos 1 trimestre de 2024

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SUPLEMENTO EXCLUSIVO DO PROFESSOR

Afora o suplemento do professor, todo o conteúdo de cada lição é igual para alunos e mestres, inclusive o número da página.

ORIENTAÇÃO PEDAGÓGICA

Em Gálatas 1 há 24 versos. Sugerimos começar a aula lendo, com os alunos, Gálatas 1.1-24 (5 a 7 min.). A revista funciona como guia de estudo e leitura complementar, mas não substitui a leitura da Bíblia. Caro professor, hoje iniciaremos uma jornada empolgante por alguns escritos paulinos; e como ponto de partida, vamos nos debruçar sobre um dos documentos mais poderosos produzidos pela pena de Paulo: a carta aos Gálatas. Sua importância singular deriva de seu tema central que se desenvolve à medida que o apóstolo discorre sobre a questão teológica mais sensível das primeiras gerações da Igreja cristã: como o Evangelho da salvação impacta a divisão entre judeus e gentios? Os cristãos gálatas tornaram-se objeto de certo “interesse missionário” por parte daqueles que comumente são denominados judaizantes. Para fazer frente a esse falso ensinamento, Paulo escreve uma carta de caráter fortemente apologético às igrejas recém-plantadas durante sua primeira viagem missionária.

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OBJETIVOS

Compreender a legitimidade do Evangelho da graça.
Refutar falsos mestres.
Defender a autoridade ministerial de Paulo.

PARA COMEÇAR A AULA

Falsos ensinos são potencialmente danosos para a Igreja do Senhor. Inicie a aula ressaltando a preocupação de Paulo com respeito a esse fato e, para tal, demonstra a seus alunos que desde a saudação inicial (1.1-4). O apóstolo já começa a desenvolver temas teológicos fundamentais, a saber: a natureza da autoridade apostólica, a expiação e a soberania divina. Tenha em mente que esses e outros temas são aventados pelo apóstolo no decorrer da epístola como um real antídoto ao veneno dos judaizantes. Bons estudos!

LEITURA ADICIONAL

Os mestres judaizantes tinham persuadido os gálatas de que Paulo lhes tinha ensinado a nova religião imperfeitamente e de segunda mão; que o fundador de sua igreja só possuía uma comissão em representação de outros, pois o selo da verdade e autoridade tinham os apóstolos que estavam em Jerusalém. Além disso, que apesar do que pudesse professar entre eles, Paulo mesmo em outras ocasiões e em outros lugares tinha apoiado a doutrina da circuncisão. Para refutar isto, ele apela à história de sua conversão, e à sua entrevista com os apóstolos quando se encontrou com eles em Jerusalém e declara que longe de ser derivada deles a doutrina que ele ensina, ou que eles exercessem sobre ele alguma superioridade, eles simplesmente aprovaram o que ele tinha pregado já entre os gentios; pregação que não foi comunicada a ele por eles, mas sim a eles por ele [Paley]. Semelhante epístola apologética não poderia ser uma falsificação posterior, pois as objeções aparecem só incidentalmente, não sendo introduzidas forçadamente como teria feito um falsificador; e também são objeções que só poderiam suscitar-se nos primeiros tempos do cristianismo, quando Jerusalém e o judaísmo ainda ocupavam um lugar proeminente.
Livro: Comentário Crítico e Explicativo de toda a Bíblia: Gálatas (Jamieson-Fausset-Brown, Hendrickson Pub, 1996, Pg. 7).

Texto Áureo

“Mas, ainda que nós ou mesmo um anjo vindo do céu vos pregue evangelho que vá além do que vos temos pregado, seja anátema.” Gl 1.8

Leitura Bíblica Com Todos

Gálatas 1.1-24

Verdade Prática

Os fundamentos da fé cristã são exclusivamente a morte vicária e a ressurreição do Filho de Deus.

INTRODUÇÃO

I- SAUDAÇÃO APOSTÓLICA 1.1-5
1- Paulo, apóstolo de Jesus 1.1
2- Irmãos e companheiros 1.2
3- Graça e paz da parte de Deus 1.3
II- A INCONSTÂNCIA DOS GÁLATAS Gl 1.6-9
1- O espanto de Paulo 1.6
2- O outro evangelho 1.7
3- Anátema é maldito 1.8
III- PAULO, A PROVA VIVA 1.10-24
1- Agradar a Deus ou aos homens? 1.10
2- De perseguidor a apóstolo 1.13
3- Primeiras experiências 1.23
APLICAÇÃO PESSOAL

DEVOCIONAL DIÁRIO

Segunda – Gálatas 1.4
Terça – Gálatas 1.9
Quarta – Gálatas 1.11
Quinta – Gálatas 1.12
Sexta – Gálatas 1.20
Sábado – Gálatas 1.23
Hinos da Harpa: 258 – 273

INTRODUÇÃO

Neste trimestre iniciamos uma jornada pelas cartas apostólicas de Gálatas e Efésios. São dois escritos canônicos de profunda significação para o exercício da fé em Cristo Jesus. Ambas as Cartas trazem no seu bojo ensinamentos considerados fundamentais para a plena saúde espiritual de todo cristão. A carta de Paulo aos gálatas é uma poderosa mensagem para a Igreja de nossos dias e é dedicada à defesa do verdadeiro Evangelho da graça. Aqueles crentes estavam sofrendo ataques de judeus que alegavam estar “convertidos” a Cristo, mas queriam que os cristãos se submetessem aos rituais do judaísmo como condição para a salvação. Os legalistas queriam impor aos gentios convertidos a prática da circuncisão e a observância da Lei mosaica como um adendo à obra redentora de Cristo na cruz. Essas imposições trouxeram inúmeros prejuízos à fé dos gálatas e consequentes confusões no seio da Igreja. Esse escrito de Paulo é uma exortação para nos comunicarmos contra aqueles que querem perverter “a fé que uma vez foi dada aos santos”.

I- SAUDAÇÃO APOSTÓLICA (1.1-5)

A carta aos Gálatas é amplamente reconhecida como a “Declaração da Independência Cristã”. Escrito por Paulo, este texto apostólico pode ser considerado o primeiro livro canônico do Novo Testamento. Com base na cronologia histórica mais aceita, a carta foi escrita por volta do ano 49 d.C., durante a permanência de Paulo em Antioquia da Síria, logo após sua primeira viagem missionária, e antes do Concílio de Jerusalém descrito em Atos 15.

1- Paulo, apóstolo de Jesus (1.1) Paulo, apóstolo, não da parte de homens, nem por intermédio de homem algum, mas por jesus cristo e por Deus Pai, que o ressuscitou dentre os mortos.

Em suas primeiras palavras, o apóstolo Paulo é bastante incisivo ao reafirmar a sua condição de apóstolo. Os judaizantes rejeitavam Paulo e seu ministério sob a alegação de que ele não fazia parte do colégio apostólico original. Paulo se defende e diz que recebeu a missão apostólica diretamente de Deus. Na introdução da carta ele já deixa claro o teor do conteúdo da obra, qual seja, a sua autoridade apostólica e o Evangelho da graça. Ele cita Deus, a morte e a ressurreição de Cristo e seu chamamento para ser embaixador de tudo isso. A experiência no caminho de Damasco é o atestado de seu apostolado (Atos 9).

2- Irmãos e companheiros (1.2) (…) e todos os irmãos meus companheiros, às igrejas da Galácia.

Gálatas foi endereçada a um conglomerado de Igrejas, tais como Antioquia da Pisídia, Icônio, Listra e Derbe. Todas foram plantadas por Paulo na parte sul da região da Galácia (Atos 13 e 14). Tudo indica que Paulo a escreveu depois de sua primeira viagem missionária, possivelmente de Antioquia da Síria. Esses “irmãos” seriam obreiros que foram marcantes nas caminhadas missionárias de Paulo. A palavra “todos” dá a entender unanimidade de pensamento entre o apóstolo e seus companheiros de missão. Paulo demonstra que o exercício do ministério não é isolado, e que não se considera auto suficiente. A expressão “irmãos”, usada aqui, não significa apenas fraternidade, mas tem relação com proximidade e compromisso.

3- Graça e paz da parte de Deus (1.3) Graças a vós outros e paz, da parte de Deus, nosso Pai, e do Senhor Jesus Cristo.

A palavra “graça” (do grego cháris) tem o sentido de “inclinar-se”. Paulo usa esse termo sete vezes na carta. A doutrina da graça que acena para o pecador é o fundamento de toda a teologia paulina. A expressão “pela graça sois salvos” é a base da soteriologia bíblica na qual cremos. A “paz” (do grego eiréne e do hebraico shalom) aparece imediatamente após “graça”. Podemos entender que a paz é o resultado da salvação operada pelo Espírito Santo no pecador. A graça é a origem dessa salvação; é o favor divino que não pode ser confundido com meritocracia. Hendriksen define a graça como sendo “o favor espontâneo e imerecido de Deus em ação, a operação de sua benevolência derramada livremente, dando a salvação aos pecadores que correm a ele em busca de refúgio”. Quem escreve aos gálatas é um judeu puro sangue, criado aos pés de Gamaliel, e profundo conhece-dor dos rituais do primeiro Tes-tamento. Não há dúvidas de que esse fato facilitou o seu entendimento de como a Lei se cumpriu em Cristo. Paulo vai usar toda essa bagagem nos seus embates com os judaizantes legalistas.

Após saudar as Igrejas da Galácia e lembrar-lhes do sacrifício de Cristo que redime o pecador, Paulo adentra nas questões que o motivaram a escrever a epístola. Ele passa uma repreensão bem contundente naquelas comunidades cristãs. É uma verdadeira correção apostólica. Todos nós precisamos receber “puxões de orelha” na caminhada de fé. O aprimoramento de um cristão e de uma Igreja é um processo árduo. As correções que recebemos podem ser duras, mas são curadoras e contribuem para o nosso aperfeiçoamento espiritual.

1- O espanto de Paulo (1.6) Admiro-me que estejais passando tão depressa daquele que vos chamou na graça de Cristo para outro evangelho.

A verdade é que um cristão ou uma comunidade qualquer podem, em algum momento da caminhada, vir a ter dificuldades para viver algum aspecto da fé. Todavia, sofrer um desmonte na fé é coisa bem diferente. Paulo fica perplexo ao ver a rapidez com que os seus filhos espirituais perdem a firmeza na fé. As investidas dos legalistas abriram feridas na estrutura espiritual e doutrinária daqueles cristãos. Paulo os evangelizou e discipulou por um bom tempo e parece não acreditar em tanta vulnerabilidade. Um verdadeiro retrato de uma “casa edificada sobre a areia e não sobre a rocha” (Mt. 7.24-27).

2- O outro evangelho (1.7) O qual não é outro, mas alguns querem transtornar o evangelho de Cristo.

Ao mesmo tempo em que Paulo fala de “outro evangelho”, ele diz que este não se trata de evangelho. A palavra evangelho tem origem grega e significa “boas notícias”. Trata-se do anúncio do Reino de Deus por Jesus e Seus apóstolos. O outro “evangelho” a que Paulo se refere trata-se de um “engodo”, isto é, a adulteração da real mensagem de Cristo. O evangelho dos judaizantes não tem a mesma essência do Evangelho de Cristo pregado por Paulo aos gálatas.

3- Anátema é maldito (1.8) Mas, ainda que nós ou mesmo um anjo vindo do céu vos pregue evangelho que vá além do que vos temos pregado, seja anátema.

Depois de falar da apostasia daquela igreja e da ação nociva dos falsos mestres, Paulo afirma a singularidade do Evangelho evocando a maldição divina para todos aqueles que pervertem sua mensagem e perturbam a Igreja com falsas doutrinas. Nem Paulo e nem mesmo um anjo poderia alterar a mensagem do Evangelho da graça. O Evangelho não pertence a homem algum, e isso o torna imutável. O evangelho simples é um canal de bênção, mas o adulterado é caminho de maldição. O termo “anátema” utilizado no texto denota uma sentença de condenação. No entanto, não se trata aqui de jogar pragas contra alguém ou simplesmente impor uma disciplina. Os que maculam o Evangelho tornam-se malditos porque distorcem a Palavra de Deus e passam a estar debaixo de sua reprovação (Ap 22.18). Ο crente precisa entender que o Evangelho de Cristo não carece de apêndices ou adaptações.

III- PAULO, A PROVA VIVA (1.10-24)

Os ataques ao apóstolo e ao seu ministério eram intensos. Após fazer duras exortações aos irmãos da Galácia sobre a inconstância na fé destes, o apóstolo começa a expor as bases do seu chamamento apostólico.

1- Agradar a Deus ou aos homens? (1.10) Porventura, procuro, agora, o favor dos homens ou de Deus? Ou procuro agradar a homens? Se agradasse ainda aos homens, não seria servo de Cristo.

Os judeus “convertidos” à fé cristã diziam que a salvação somente pela graça levaria os gálatas a viverem uma vida sem responsabilidade quanto à santidade, uma vez que estavam desobrigados das observâncias da Lei. Paulo diz que não tem por missão agradar a homens, uma vez que o Evangelho que anuncia tem origem no próprio Deus, e que o recebeu por revelação de Jesus Cristo. Os judaizantes viam a liberdade evangélica pregada por Paulo como uma apologia ao relaxamento espiritual, mas o apóstolo quer enfatizar que Cristo fez o suficiente para a redenção do pecador. O crente não é salvo por aquilo que faz, mas por aquilo que Cristo já fez de forma completa em sua morte vicária e ressurreição gloriosa.

2- De perseguidor a apóstolo (1.13) Porque ouvistes qual foi o meu proceder outrora no judaísmo, como sobremaneira perseguia eu a Igreja de Deus e a devastação.

Falsos mestres se infiltraram na Igreja, tentando acrescentar exigências legalistas ao evangelho da graça. Paulo reiterou a verdade da salvação a saber, somente pela graça e mediante a fé em Cristo – compartilhando então a história de sua milagrosa conversão. Paulo era um mestre da Lei. Após sua conversão, duas coisas passaram a ser manchete no mundo religioso de então:

a) A forma agressiva com que ele tratava os cristãos e seus líderes. Diante dos gálatas, ele usa as expressões “perseguia” e “assolava” para demonstrar o quanto fora cruel com os cristãos;

b) A mudança de rumo e sua intrepidez na defesa da fé que outrora ridicularizava. Nosso irmão Paulo era uma prova viva de que Cristo transforma o mais vil pecador, inclusive os religiosos, em nova criatura para glória de Deus (1.24).

3- Primeiras experiências (1.23) Ouviam somente dizer: Aquele que, antes, nos perseguia, agora, prega a fé que, outrora, procurava destruir.

Paulo afirma que seu chamamento se deu como o de Jeremias, ou seja, antes de haver nascido (1.15). Diz que após conhecer a Cristo, passará um período de três anos na Arábia e Damasco. Tudo indica que é nesse tempo que ele passa por uma espécie de retiro espiritual. Então, o abalizado conhecimento que ele tinha sobre o Antigo Testamento se entrelaçam com as revelações do verbo encarnado. Ele recebe a iluminação de Cristo e se torna o maior expositor do Evangelho de todos os tempos. “Decorridos três anos, então, subi a Jerusalém para avistar-me com Cefas e permaneci com ele quinze dias” (Gl 1.18). Durante duas semanas esses dois homens de Deus conversaram sobre as questões cruciais da fé cristã. Sabendo que Pedro era um importante líder e referência apostólica, Paulo demonstra humildade em sua posição, ainda que fosse grande erudito e famoso em Israel. Demonstrou que saber servir à Igreja e ao Reino de Deus também passa pelo respeito com seus pares e líderes. Que Deus nos ajude a imitá-lo.

APLICAÇÃO PESSOAL

O desafio da Igreja é o mesmo. Os falsos mestres continuam disseminando suas heresias, ferindo pessoas que poderiam ser úteis ao Reino. Como Paulo, devemos ser destemidos defensores do Evangelho de Cristo.

RESPONDA

1) Qual o fundamento da fé cristã?
R. A morte vicária do Filho de Deus
2) O que significa a palavra de origem grega “Evangelho”?
R. Significa boas notícias.
3) Cite uma característica que o apóstolo Paulo demonstrou indo a Jerusalém.
R. Humildade.

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