# Lição 2: Jesus Cristo — Filho do Homem, Filho de Deus

- Link: https://ebdhoje.com.br/licao-2-jesus-cristo-filho-do-homem-filho-de-deus/
- Published: 2020-01-09T12:45:00-03:00
- Author: ebdhoje

Publicidade

[⌊Revista CPAD Jesus Cristo — Filho do Homem, Filho de Deus⌉⌊Revista CPAD Jesus 
Cristo — Filho do Homem, Filho de Deus⌉[

## LIÇÕES BÍBLICAS CPAD JOVENS 1º Trimestre de 2020

### Revista Jesus Cristo — Filho do Homem, Filho de Deus

**Comentarista:** Thiago Brazil
**Lição 2: **[Jesus Cristo](https://ebdhoje.com.br/licao-11-jesus-cristo-e-poderoso-para-solucionar-problemas-extremos/)—
[Filho](https://ebdhoje.com.br/licao-10-a-heranca-deixada-por-eunice-e-loide-revista-cpad-4-trimestre-1993/)
do Homem, Filho de [Deus](https://ebdhoje.com.br/licao-01-deus-se-revelou-a-humanidade-revista-betel-adultos-2-trimestre-2021/)**
Data: **12 de Janeiro de 2020

### TEXTO DO DIA

“Porque nele habita corporalmente toda a plenitude da divindade” (Cl 2.9).

### SÍNTESE

Pensar sobre a natureza de Jesus Cristo significa refletir sobre a própria essência
da [fé](https://ebdhoje.com.br/licao-09-habacuque-a-fe-como-forma-de-vida/) cristã,
pois Cristianismo sem compreensão plena do Salvador é pura religiosidade vazia e
despótica.

  |  Agenda de leitura |  
 |  Segunda |  Lc 4.2 – Ele foi levado ao extremo de sua humanidade |  
 |  Terça |  Lc 22.69 – Jesus, “Filho do Homem” |  
 |  Quarta |  1Jo 5.20 – Jesus, verdadeiro Deus |  
 |  Quinta |  Mt 8.2 – Jesus recebe [adoração](https://ebdhoje.com.br/licao-11-o-reinado-de-ezequias/) |  
 |  Sexta |  Jo 20.28 – Tomé crê em Jesus |  
 |  Sábado |  Hb 4.15 – Jesus se compadece de nós |

### OBJETIVOS

Após esta aula, o aluno deverá estar apto a:

 * APRESENTAR o aspecto humano da natureza de Jesus Cristo;
 * DISCUTIR sobre a perspectiva divina da essência de Cristo Jesus;
 * DEMONSTRAR que o cuidado de Jesus por nós espelha-se no próprio ser do Filho.

### INTERAÇÃO

Preparar, semanalmente, aulas para uma mesma turma com a qual nos encontramos há
anos é sempre um desafio. Quando o tema a ser abordado — por si só — é complexo 
tudo então fica difícil em dobro. Esse é o nosso contexto nesta semana, pois estaremos
refletindo sobre a natureza de Jesus Cristo. Este é um tema polêmico que perpassa
boa parte da história do Cristianismo. Contudo, devemos considerar, que não é por
causa da complexidade do tema que devemos fugir do mesmo ou julgá-lo intrincado 
demais para ser debatido com nossos [jovens](https://ebdhoje.com.br/licao-10-sofonias-o-dia-do-juizo-esta-chegando/).
Ao contrário, está é uma maravilhosa [oportunidade](https://ebdhoje.com.br/licao-10-sofonias-o-dia-do-juizo-esta-chegando/)
para estudarmos mais e assim conseguirmos transmitir de maneira clara e lúcida as
verdades da vontade de Deus. Por isso, alegre-se caro Educador Cristão, em muitos
aspectos nossa turma de [Escola Dominical](https://ebdhoje.com.br/licao-04-davi-e-as-consequencias-da-infidelidade-conjugal-revista-cpad-4-trimestre-1993/)
corresponderá em sala de aula como o reflexo de nossa postura como docentes.

#### ORIENTAÇÃO PEDAGÓGICA

Uma boa e enriquecedora orientação para o melhor desenvolvimento desta aula é a 
confecção de um quadro no qual o aluno possa observar aquilo que mais interessa-
lhe saber em relação à natureza de Jesus Cristo. Desta forma, são várias as possibilidades
de criação do quadro, pode-se dar ênfase ao desenvolvimento histórico do debate 
sobre a natureza de Cristo a partir dos credos que foram desenvolvidos no Cristianismo—
Apostólico, de Niceia, de Calcedônia, Atanasiano etc. — ou até mesmo das várias 
declarações de fé constituídas ao longo da história até chegar em nosso Credo Assembleiano.
Outra possibilidade é a discussão da natureza de Jesus Cristo através da análise
dos dois aspectos mais destacáveis, sua humanidade e deidade, fundamentando em referências
bíblicas cada um destes ângulos da natureza de Jesus Cristo. Outra alternativa é
fazer um comparativo entre as heresias sobre a natureza de Cristo e as teses verdadeiras
do Cristianismo.

  |  TEXTO BÍBLICO |  
 |  Colossenses 1.13-20 |  
 |  13 — Ele nos tirou da [potestade](https://ebdhoje.com.br/licao-11-jesus-cristo-e-poderoso-para-solucionar-problemas-extremos/) das trevas e nos transportou para o Reino do Filho do seu amor. |  
 |  14 — Em quem temos a redenção pelo seu sangue, a saber, a remissão dos pecados; |  
 |  15 — O qual é imagem do Deus invisível, o primogênito de toda a criação; |  
 |  16 — Porque nele foram criadas todas as coisas que há nos céus e na terra, visíveis e invisíveis, sejam tronos, sejam dominações, sejam principados, sejam potestades; tudo foi criado por ele e para ele. |  
 |  17 — E ele é antes de todas as coisas, e todas as coisas subsistem por ele. |  
 |  18 — E ele é a cabeça do corpo, da igreja: é o princípio e o primogênito dentre os mortos, para que em tudo tenha a preeminência, |  
 |  19 — Porque foi do agrado do Pai que toda a plenitude nele habitasse |  
 |  20 — E que, havendo por ele feito a paz pelo sangue da sua cruz, por meio dele reconciliasse consigo mesmo todas as coisas, tanto as que estão na terra, como as que estão nos céus. |

### INTRODUÇÃO

Existem alguns temas controversos e complexos que acompanham o Cristianismo desde
o início; a indissociável conexão entre a humanidade e divindade em Jesus Cristo
é uma destas questões. Na verdade, se bem notarmos, a aceitação desta condição humano-
divina do Salvador já é um pressuposto de partida para compreensão de todo o Novo
Testamento.

#### I. MUITO MAIS QUE UM SUPER-HOMEM, UM HUMANO DE VERDADE

**1. Necessidade de superação da dicotomia homem-Deus em Jesus de Nazaré. **Para
iniciarmos de modo mais preciso nossa reflexão sobre um aspecto específico da natureza
do Salvador, sua condição humana, é urgente que esclareçamos de início o que se 
deseja afirmar ao falar sobre a humanidade de Jesus de Nazaré. Não se pode pensar
na natureza de Jesus como sendo “duas essências”, uma humana e outra divina, afinal
de contas quando se fala de natureza-essência-substância discute-se sobre algo uno,
indivisível fundamental. O que a Bíblia afirma, e também todos os credos mais antigos
do Cristianismo registram, é que em Jesus manifesta-se a essência humano-divina /
divino-humana. No Salvador a humanidade e divindade são impossíveis de serem isoladas,
antes, encontram-se unas numa condição única e sem correlação na história do universo.
Assim, não temos “duas naturezas” em Cristo, e sim, uma essência que se constitui
plenamente divina-humana / humana-divina. É sobre isso que atestam os escritores
sagrados em textos como Filipenses 2.5-8, Hebreus 2.14-18 e 1 João 1.1,2. Títulos
como “Último Adão” (1Co 15.45) e “Filho do homem” (Mt 26.45) procuram registrar 
esse caráter simultaneamente divino-humano / humano-divino da natureza de Jesus.

**2. Em Jesus o Cristo mostrou-se ao mundo. **Em Jesus, a concepção de Deus para
os judeus (Êx 3.13,14), ganha nome, rosto e endereço: Ele é Jesus de Nazaré, morador
da pequena Cafarnaum (Cl 1.15). Com Jesus, a olimpiana, transcendente e imortal 
definição de divindade para os gregos, sofre e morre na cruz (At 17.18-34). É por
isso que [Paulo](https://ebdhoje.com.br/licao-10-a-heranca-deixada-por-eunice-e-loide-revista-cpad-4-trimestre-1993/)
atesta-nos que a mensagem evangélica, aos ouvidos de judeus e gregos, é escândalo
e loucura (1Co 1.22,23). A história nunca havia testemunhado alguém como Jesus. 
Declarar-se “filho de Abraão” era a honra que todo judeu trazia em sua vida, Jesus,
porém apresentou-se como “filho de Deus”, ou seja, sua filiação não era uma questão
étnica, e sim, uma prova de sua essência humana-divina (Jo 10.25-39). Os gregos 
estavam acostumados com mitos sobre deuses disfarçando-se de humanos — o clássico
antropomorfismo divino — para realizarem suas ganâncias e ambições; Jesus, no entanto,
não era um deus “mascarado” de humano; Ele era a revelação da plenitude de Deus 
acessível à humanidade (Cl 2.9). Em Jesus de Nazaré podemos conhecer Deus sem mitos,
lendas ou enigmas; vemo-lo em toda glória possível a nós compreendermos (Jo 1.14,18).

**3. A experiência humana de Jesus. **A questão da existência de um Jesus histórico
é um fato inconteste. Não há dúvida alguma de que no século primeiro existiu, na
colônia romana da Judeia, o líder de um movimento espiritual que começou como uma
pequena seita derivada do Judaísmo, e depois ganhou força determinando grandes mudanças
em todo [mundo](https://ebdhoje.com.br/licao-08-conhecendo-algumas-armas-poderosas-em-deus/)
antigo. A Escritura registra inúmeras circunstâncias em que se pode indicar a rica
vivência humana de Jesus; os dois momentos cruciais que podem ser destacados, no
entanto, são o nascimento (Lc 2.6,7) e a morte (Jo 19.33,34). Essas são experiências
humanas e que em Jesus não foram simplesmente emuladas ou fingidas, mas vivenciadas
em sua plenitude (Rm 14.15; 2Co 5.14,15; Gl 4.4). Fome, sede, cansaço são experiências
que poderiam ser simuladas, contudo, estes dois fatos (nascimento e morte) — os 
quais são historicamente atestáveis inclusive por fontes externas à própria literatura
cristã — não poderiam ser imitados, teatralizados. A natureza de Jesus de Nazaré—
que neste ponto de nosso debate já deve ser subentendida como humano-divina — é 
uma prova do seu cuidado e interesse por nós.

#### II. CRISTO JESUS, NOSSO DEUS

**1. O Deus que está conosco. **Como se pode demonstrar que Jesus é Deus? Bem, através
das Escrituras existem várias maneiras, mas de modo especial por meio de dois aspectos:
sua consciente aceitação de adoração e sua autoridade para perdoar pecados (Mc 2.10).
A Bíblia narra vários episódios onde pessoas, e até mesmo seres espirituais (Mc 
5.6; Ap 5.8), adoram a Jesus e Este nunca às repreende (Mt 8.2; 15.25; Jo 9.38).
Conforme o princípio divino registrado no Decálogo, só Deus é digno de adoração (
Êx 20.1-6). Os seres criados por Deus, que estão a serviço dos homens, os anjos,
não têm o direito de serem adorados; antes, sempre que alguém oferece-lhe adoração
eles a rejeitam (Ap 22.9). Sobre o segundo aspecto, não estamos falando sobre a 
necessidade individual que cada um de nós precisa ter com relação à comunhão com
os [irmãos](https://ebdhoje.com.br/licao-08-uma-historia-marcada-por-deus-revista-betel-jovens-conectar-1-trimestre-2021/)(
Mt 6.12), e sim sobre a mudança da condição eterna de cada um de nós (Mc 2.5; 1Jo
1.9). Somente Deus tem o poder de retirar a culpa condenatória do [pecado](https://ebdhoje.com.br/licao-04-davi-e-as-consequencias-da-infidelidade-conjugal-revista-cpad-4-trimestre-1993/)
que há sobre nós, e então fazermos dignos do seu Reino eterno (2Ts 1.5).

**2. Ele é como Deus é. **Em Cristo nós temos a oportunidade de conhecer e entender
exatamente como Deus é. Na maioria dos casos as pessoas tendem a perder tempo desejando
saber trivialidades sobre Deus, de modo especial com relação a sua descrição física:
qual seu tamanho, cor dos olhos, aspecto do rosto, etc. Existe inclusive um curioso
caso desse tipo de comportamento narrado na Bíblia em João 14.8,9. Neste conhecidíssimo
episódio Filipe pede a Jesus que mostre aos seus discípulos o Pai, e prontamente
o Salvador declara ao seu discípulo que quem olha para Ele, contempla o Pai, vê 
Deus. A divindade está revelada em Cristo, por um simples motivo. Ele é Deus (Fp
2.11). Jesus mostra como Deus ama, porque ele é Deus amando-nos (Rm 8.39); revela
a misericórdia de Deus, pois Ele é Deus misericordioso (Jd 21), em Jesus conhecemos
a salvação, uma vez que Ele — o Cristo — é Deus Salvador (Tt 2.13,14). Em Cristo
Jesus, Deus pode ser visto, abraçado e alegremente amado — todo distanciamento foi
quebrado. Deus anda com os homens e revela sua glória, não através de raios e trovões,
e sim de sorrisos e abraços.

 Publicidade

**3. O Cristo humilde. **Talvez uma das percepções mais difundidas sobre Deus entre
a maior parte das pessoas é que jamais seríamos capazes de compreendê-lo por ser
Ele um ser elevado e sublime; que de tão superior a nós, todo e qualquer [conhecimento](https://ebdhoje.com.br/licao-01-deus-se-revelou-a-humanidade-revista-betel-adultos-2-trimestre-2021/)
ou contato com Altíssimo seria impossível. O Cristo não é assim; em Jesus o Deus
magnífico faz questão de revelar-se de modo simples e acessível até para mais a 
ingênua criança (Mc 10.13-16). Na pessoa bendita de Jesus, a divindade soberana 
do universo perdoa os mais maléficos pecados, mas também senta no chão e escreve
com o dedo na areia (Jo 8.1-11); Cristo é o Messias que através de seu sacrifício
incomparável concedeu-nos salvação; contudo, Ele serve-se à mesa com seus amigos
e come da mesma comida simples que eles (Mt 26.17-30). Cristo é Deus próximo de 
nós (Mt 1.23), tão sublime e grandioso que em nada é diminuído em sua encarnação.
Em momento algum Jesus poderia deixar de ser Deus — isto seria um abandono de sua
essência-natureza-fundamento, o que seria simplesmente impossível. A kenosis do 
Senhor (o seu despojamento) (Fp 2.5-8) diz respeito a qualidades que podiam ser 
suprimidas, jamais com relação à sua natureza. Aquilo que Ele era, é e continuará
sendo eternamente, não pode ser alterado (Hb 13.8).

#### III. UM CRISTO QUE CONHECE AS NOSSAS DORES

**1. Da teoria à prática. **O conhecimento que o Senhor Jesus tem sobre aquilo que
enfrentamos não diz respeito apenas à sua onisciência, mas também a sua encarnação,
isto é, o tipo de compreensão que o Salvador tem sobre as nossas dores não é apenas
algo “em tese”, superficial, presumível mas real, vivencial, histórico (Is 53.4).
Ele sofreu como um de nós por nos amar. Sua generosa decisão não foi um improviso
divino, e sim, parte do soberano projeto que envolvia ao mesmo tempo o sacrifício
dEle e a nossa salvação (1Pe 1.18-21). Ele assumiu uma vida simples para possibilitar-
nos abundância (2Co 8.9), e as muitas dores e conflitos a que Ele foi submetido 
garantem a paz e a alegria a que temos acesso. Se os nossos atos inconsequentes 
separam-nos do nosso Deus (Is 59.2), tudo o que Jesus enfrentou aproximou-nos mais
dEle, o amor trouxe-nos de volta ao centro da vontade de Deus (Cl 1.21,22). Por 
isso podemos afirmar de maneira categórica: o que era necessário fazer para proporcionar-
nos um mundo melhor, Jesus já realizou, pois, o comprometimento dEle conosco não
é o de um expectador distante que torce por um conjunto de estranhos, antes, é o
de um amigo que nos trouxe para perto dEle (Jo 15.15).

**2. Ele intercede por nós. **A Escritura revela-nos que o Senhor Jesus está eternamente
comprometido em interceder por nossas vidas (Rm 8.34), isto é, o nosso Senhor não
nos trata com arrogância e desprezo — mesmo sabendo de nossas falhas e fragilidades.
Pelo contrário, Ele acolhe-nos e considera-nos seus irmãos (Hb 2.11) e [filhos](https://ebdhoje.com.br/licao-10-a-heranca-deixada-por-eunice-e-loide-revista-cpad-4-trimestre-1993/)(
2Co 6.18). Se Satanás empenha-se em acusar-nos dia e noite (Ap 12.10), podemos viver
em paz, pois a intercessão de Cristo por nós é superior a qualquer [mentira](https://ebdhoje.com.br/licao-02-consequencias-da-inimizade-entre-esau-e-jaco-revista-cpad-4-trimestre-1993/)
e subterfúgio das trevas contra nós. A majestade de Cristo revela-se exatamente 
nisto, uma vez que estando num nível muito acima do nosso, sendo Deus Todo-Poderoso,
mesmo assim importa-se conosco e interessa-se em abençoar-nos. Por isso Paulo proclamar
de modo triunfal que a vida daqueles que estão novamente nascidos em Cristo não 
está sujeita à acusação do inferno, pois já não obedecem mais a lógica deste mundo
decadente, mas vivem apenas para a glória de Deus (Rm 8.1).

**3. Ele está atento a todas as nossas dores. **Jesus leva a sério nossas dores 
e sofrimentos (Mt 9.36), pois assim como as multidões daquela época, nós continuamos
carentes da graça e misericórdia divinas. Diferente de muitas pessoas à nossa volta,
o Salvador sabe de nossas limitações, respeita nossos sentimentos e está comprometido
com a tarefa de nos ajudar a construir um mundo melhor (1Co 10.13). A insensibilidade
da sociedade a nossa volta é algo assustador, o filho de Deus, no entanto, fez e
continuará fazendo tudo para identificar-se conosco nos momentos adversos (Mq 7.8).
E esta aproximação de Jesus não é algo envolvido em interesses outros, como se a
misericórdia concedida a nós fosse uma moeda de troca com a intenção de exigir-nos
alguma coisa. Sigamos o exemplo de Cristo, e estejamos mais sensíveis ao sofrimento
alheio.

#### CONCLUSÃO

Tratar sobre a natureza de Jesus Cristo é sempre uma questão instigante e desafiadora,
uma vez que esse é um tema que se debate na Igreja desde seu nascedouro e foi, em
várias ocasiões, um assunto associado a heresias e controvérsias. Contudo, ao superarmos
as dúvidas e concentrarmo-nos em tratar a revelação da natureza de Cristo Jesus 
nas Escrituras como uma ação da benevolência de Deus em nosso favor, tudo torna-
se mais fantástico ainda, pois Jesus de Nazaré é nosso Deus.

#### SUGESTÃO DE LIVROS DE ESTUDO

[⌊q? encoding=UTF8&ASIN=B01N9CCFD1&Format= SL250 &ID=AsinImage&MarketPlace=BR&ServiceVersion
=20070822&WS=1&tag=compranalu 20 EBD Hoje - Escola Dominical Lição 2: Jesus Cristo—
Filho do Homem, Filho de Deus Após esta aula, o aluno deverá estar apto a:⌉⌊q? encoding
=UTF8&ASIN=B01N9CCFD1&Format= SL250 &ID=AsinImage&MarketPlace=BR&ServiceVersion=
20070822&WS=1&tag=compranalu 20 EBD Hoje - Escola Dominical Lição 2: Jesus Cristo—
Filho do Homem, Filho de Deus Após esta aula, o aluno deverá estar apto a:⌉[⌊ir?t=compranalu
20&l=li3&o=33&a=B01N9CCFD1 EBD Hoje - Escola Dominical Lição 2: Jesus Cristo — Filho
do Homem, Filho de Deus Após esta aula, o aluno deverá estar apto a:⌉⌊ir?t=compranalu
20&l=li3&o=33&a=B01N9CCFD1 EBD Hoje - Escola Dominical Lição 2: Jesus Cristo — Filho
do Homem, Filho de Deus Após esta aula, o aluno deverá estar apto a:⌉

## HORA DA REVISÃO

### 1. É correto afirmar que Jesus tem duas naturezas? Justifique sua resposta.

No Salvador a humanidade e divindade são impossíveis de serem isoladas, antes, encontram-
se unas numa condição única e sem correlata na história do universo. Assim, não 
temos “duas naturezas” em Cristo, e sim, uma essência que se constitui plenamente
divina-humana / humana-divina.

### 2. Que dois aspectos fundamentais da humanidade de Jesus podem ser destacados segundo a lição?

O nascimento e a morte de Jesus.

### 3. Que argumentos podem ser apresentados para demonstrar a afirmação de que Jesus é Deus?

PESSOAL. Sugestão: Em virtude da consciente aceitação de adoração que Jesus tinha
e sua autoridade para perdoar pecados.

Feedback da Lição

## Seu comentário ajuda nosso blog! 🌟

Sua experiência com as **Lições da EBD** é o que nos ajuda a criar materiais cada
vez mais precisos para seus estudos bíblicos.

 [Comentar essa lição](https://ebdhoje.com.br/licao-2-jesus-cristo-filho-do-homem-filho-de-deus/#comments)

 Ctrl + D Salve nos favoritos para acesso imediato

### 4. Que relação pode-se fazer entre a humanidade de Jesus Cristo e seu cuidado conosco?

Em sua encarnação Jesus experimentou a vida como qualquer um de nós, em suas dores
e angústias, por isso, quando oramos Ele sabe o que sentimos, não apenas em virtude
de sua onisciência, mas também de sua vivência.

### 5. Como podemos, seguindo o exemplo de Jesus Cristo, servir nossa geração?

PESSOAL. Sugestão: Por meio de uma vida de doação e entrega aos outros de tal modo
que Cristo seja sempre o centro de nossas vidas e relacionamentos.

#### SUBSÍDIO

[⌊q? encoding=UTF8&ASIN=8526314688&Format= SL250 &ID=AsinImage&MarketPlace=BR&ServiceVersion
=20070822&WS=1&tag=compranalu 20 EBD Hoje - Escola Dominical Lição 2: Jesus Cristo—
Filho do Homem, Filho de Deus Após esta aula, o aluno deverá estar apto a:⌉⌊q? encoding
=UTF8&ASIN=8526314688&Format= SL250 &ID=AsinImage&MarketPlace=BR&ServiceVersion=
20070822&WS=1&tag=compranalu 20 EBD Hoje - Escola Dominical Lição 2: Jesus Cristo—
Filho do Homem, Filho de Deus Após esta aula, o aluno deverá estar apto a:⌉[⌊ir?t=compranalu
20&l=li3&o=33&a=8526314688 EBD Hoje - Escola Dominical Lição 2: Jesus Cristo — Filho
do Homem, Filho de Deus Após esta aula, o aluno deverá estar apto a:⌉⌊ir?t=compranalu
20&l=li3&o=33&a=8526314688 EBD Hoje - Escola Dominical Lição 2: Jesus Cristo — Filho
do Homem, Filho de Deus Após esta aula, o aluno deverá estar apto a:⌉

“As Escrituras Sagradas apresentam diversas características humanas em Jesus. O 
relato de sua [infância](https://ebdhoje.com.br/licao-10-a-heranca-deixada-por-eunice-e-loide-revista-cpad-4-trimestre-1993/)
enfoca o seu desenvolvimento físico, intelectual e espiritual: […] (Lc 2.40,52).
O profeta Isaías anunciou de antemão sobre Emanuel: […] (Is 7.15). Ele tornou-se
homem para suprir a necessidade de salvação da humanidade. O termo ‘Emanuel’, que
o próprio escritor sagrado traduziu por ‘DEUS CONOSCO’ (Mt 1.23), mostra que Deus
assumiu a forma humana e veio [habitar](https://ebdhoje.com.br/licao-02-consequencias-da-inimizade-entre-esau-e-jaco-revista-cpad-4-trimestre-1993/)
entre os homens: […] (Jo 1.14). A Bíblia ensina tanto a divindade como a humanidade
de Cristo: […] (1Jo 4.3). […] A encarnação do Senhor Jesus fez-se necessária para
satisfazer a justiça de Deus: o pecado entrou no mundo por um homem, Adão, assim,
tinha de ser vencido por um homem, Jesus. […] A deidade absoluta de Jesus. A Bíblia
afirma com frequência que Jesus é Deus: ‘No princípio, era o Verbo, e o Verbo estava
com Deus, e o Verbo era Deus’ (Jo 1.1); ‘Porque nele habita corporalmente toda a
plenitude da divindade’’ (Cl 2.9). As Escrituras Sagradas revelam os atributos divinos
na pessoa de Jesus. Ele é eterno: […] (Is 9.6); onipotente: ‘Eu sou o Alfa e o Ômega.
o princípio e o fim, diz o Senhor, que é, e que era, e que há devir, o Todo-Poderoso’(
Ap 1.8)” (SILVA, [Ezequias](https://ebdhoje.com.br/licao-11-o-reinado-de-ezequias/)
Soares (Org). Declaração de Fé das Assembleias de Deus. 1ª Edição. RJ: [CPAD](https://ebdhoje.com.br/licao-10-a-heranca-deixada-por-eunice-e-loide-revista-cpad-4-trimestre-1993/),
2017).

 Publicidade
