Lição 13 Betel Adultos 2 trimestre 2025

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Lição 13 Betel Adultos 2 Trimestre 2025

Dízimos e ofertas hoje: um compromisso de fé e generosidade no Reino de Deus

Estude a Lição 13 Betel Adultos 2 Trimestre 2025 – Dízimos e ofertas hoje: um compromisso de fé e generosidade no Reino de Deus da Escola Bíblica Dominical deste domingo. A Lição 13 Betel Adultos 2 Trimestre 2025 ensina como os dízimos e ofertas refletem , gratidão e compromisso no Reino de Deus, segundo Malaquias 3.10.

  • Tema da Revista: MORDOMIA CRISTÃ – A Gratidão e Fidelidade na Administração dos Recursos que Deus nos Confiou
  • Editora: Betel | 2 Trimestre 2025

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📝Resumo da Lição 13 Betel Adultos 2 Trimestre 2025

A Lição 13 Betel Adultos 2 Trimestre 2025 enfatiza que entregar dízimos e ofertas é um privilégio dos crentes fiéis, expressão de amor, gratidão e compromisso com Deus. A prática revela obediência, sustenta a obra do Senhor e proporciona bênçãos espirituais e materiais aos que agem com fidelidade, segundo os princípios bíblicos

TEXTO ÁUREO

“Trazei todos os dízimos à casa do tesouro, para que haja mantimento na minha casa, e depois fazei prova de mim, diz o Senhor dos Exércitos”, Malaquias 3.10.

VERDADE APLICADA

O discípulo de Cristo serve ao Senhor também com seus dízimos e ofertas, que expressam amor, gratidão e mordomia, conforme as Escrituras. 

OBJETIVOS DA LIÇÃO

Reconhecer as bênçãos que sobrevêm aos dizimistas e ofertantes.
Ressaltar que a entrega do dízimo e das ofertas é um privilégio dos crentes fiéis.
Compreender o propósito dos dízimos e das ofertas.

TEXTOS DE REFERÊNCIA

MALAQUIAS 3
10 Trazei todos os dízimos à casa do tesouro, para que haja mantimento na minha casa, e depois fazei prova de mim, diz o Senhor dos Exércitos, se eu não vos abrir as janelas do céu e não derramar sobre vós uma bênção tal, que dela vos advenha a maior abastança.
11 E, por causa de vós, repreenderei o devorador, para que não vos consuma o fruto da terra; e a vide no campo não vos será estéril, diz o Senhor dos Exércitos.

2 CORÍNTIOS 9
6 E digo isto: Que o que semeia pouco, pouco também ceifará; e o que semeia em abundância, em abundância também ceifará.
7 Cada um contribua segundo propôs no seu coração; não com tristeza, ou por necessidade; porque Deus ama ao que dá com alegria

LEITURA DIÁRIA 📅

SegundaÊx 36.6 Ofertando o melhor.
TerçaMt 23.23 Jesus mandou entregar o dízimo.
QuartaGn 28.22 A liberalidade em ofertar.
Quinta2Rs 12.9 Ofertar é um ato de fé.
Sexta2Rs 12.10 A oferta deve ser arrecadada com honestidade.
SábadoHb 7.2-4 O dízimo de Abraão.

MOTIVO DE ORAÇÃO

Ore para que não faltem dizimistas e ofertantes para a Obra de Deus.

INTRODUÇÃO

A prática de entregar os dízimos e ofertas vêm desde os tempos do AT, sendo mencionada também nos Evangelhos, em Atos e nas Epístolas. Biblicamente, servimos ao Senhor também com os bens e recursos que Ele permite que estejam sob os nossos cuidados. Essa atitude expressa amor e gratidão a Deus, reconhecimento de Sua soberania, confiança na Sua provisão e consciência da responsabilidade com a manutenção das atividades da Obra de Deus, conforme as Escrituras.

PONTO DE PARTIDA: DÍZIMO: OBEDIÊNCIA, FÉ E GRATIDÃO

1 – O dízimo no AT

No AT, o povo de Israel entregava a décima parte da cria dos animais domésticos, do gado, dos frutos da terra e de qualquer outra fonte de renda que tivessem, porque assim demonstravam gratidão a Deus pelas bênçãos recebidas (Lv 27.30). O dízimo se destinava a: sustentar os levitas e sacerdotes (Nm 18.21,28); ajudar nas refeições sagradas (Dt 14.22,27); socorrer os pobres, os órfãos e as viúvas da época (Dt 14.28,29). Os levitas, por sua vez, entregavam o dízimo dos dízimos que recebiam (Nm 18.26).  EBD Hoje | Lição 13 Betel Adultos 2 Trimestre 2025

1.1. O dízimo nos dias de Abraão.

Abraão foi obediente quando Deus mandou que ele saísse de sua terra natal e fosse para uma terra totalmente desconhecida, prometendo que faria dele uma grande  nação (Gn 12.1-4). Naquele momento, Deus estava provando a fidelidade de Abraão, que ficou evidente quando, após retornar de uma marcha ousada para resgatar seu sobrinho Ló, Abraão entregou o dízimo dos despojos de guerra a Melquisedeque, rei de Salém e sacerdote do Deus Altíssimo. Na verdade, Abraão entregou a Melquisedeque o dízimo de tudo (Gn 14.18-20). Essa é a primeira vez que a Bíblia relata a entrega do dízimo. Portanto, essa prática antecede as leis cerimoniais e judiciais do povo judeu, transmitidas por intermédio de Moisés.

Comentário Bíblico MacArthur: “O mérito da vitória sobre uma coalizão militar superior foi dado corretamente ao Deus Altíssimo (El Elyon), e não à proeza de Abrão. Para Melquisedeque, e também Abrão, isso significava uma adoração verdadeira ao Deus verdadeiro. Essa é a primeira vez que a entrega de 10% é mencionada nas Escrituras. Essa oferta de 10% foi totalmente voluntária e pode ter sido apenas 10% do melhor, e não um décimo de tudo’.

Comentário🤓

O princípio do dízimo no Antigo Testamento reflete uma profunda consciência espiritual de dependência, gratidão e honra a Deus. Ao observarmos a prática do dízimo na vida dos patriarcas, especialmente em Abraão, percebemos que não se tratava apenas de um mandamento legal, mas de um gesto espontâneo de reconhecimento da soberania de Deus sobre todas as coisas.

Quando Abraão entrega o dízimo a Melquisedeque (Gn 14.18-20), ele estabelece um princípio que transcende a Lei Mosaica. Melquisedeque é apresentado como rei e sacerdote do Deus Altíssimo, uma tipologia messiânica que apontaria futuramente para Cristo, o nosso Sumo Sacerdote eterno, segundo a ordem de Melquisedeque (Hb 7.1-3). Logo, o dízimo surge não como um mero rito, mas como expressão de aliança, fé e dependência do Deus provedor.

É significativo perceber que, antes mesmo da existência do sistema levítico, o dízimo já era reconhecido como uma prática de adoração. Portanto, não pode ser interpretado apenas como um dispositivo da Lei, mas como um princípio espiritual universal de mordomia cristã. A entrega do dízimo, tanto no contexto veterotestamentário quanto nos dias atuais, reflete submissão ao senhorio de Deus e disposição de participar ativamente da manutenção do culto, do sustento dos ministros e da assistência aos necessitados.

Do ponto de vista pentecostal, o dízimo não é visto como um simples dever, mas como uma semeadura que ativa as promessas de provisão divina (Ml 3.10). É um ato de fé que demonstra que o crente reconhece que tudo o que possui provém de Deus e que Ele é a fonte de toda bênção. Além disso, essa prática, quando feita com sinceridade, abre portas espirituais e materiais, promove o crescimento da obra de Deus e reflete um coração rendido ao Espírito Santo.

Portanto, o dízimo não é um peso, mas um privilégio, uma expressão visível de uma fé que confia plenamente no Deus que supre, abençoa e prospera o Seu povo. EBD Hoje | Lição 13 CPAD Jovens 2 Trimestre 2025 com Comentário e Subsídio para professor e aluno

1.2. O dízimo nos dias de Jacó.

Assim como seu avô Abraão entregou o dízimo de tudo a Melquisedeque, Jacó prometeu dar o dízimo de tudo ao Senhor, caso regressasse a salvo da viagem que estava por fazer. Jacó disse que, se Deus não lhe deixasse faltar nada, ele levantaria um altar e daria o dízimo de tudo (Gn 28.20-22). Aqui, Jacó mostrou intenção de entregar o dízimo como reconhecimento pelo favor de Deus, como fez seu avô Abraão. Quando Jacó reencontrou Esaú, ele quis presentear seu irmão, mas Esaú disse que já tinha o bastante (Gn 33.9). Porém, a entrega e devoção de Jacó fizeram com que ele reconhecesse o favor de Deus, insistindo com Esaú: “Toma, peço-te, a minha bênção, que te foi trazida; porque Deus graciosamente ma tem dado, e porque tenho de tudo’; Gn 33.11. EBD Hoje | Lição 13 Betel Adultos 2 Trimestre 2025

Comentário Bíblico Matthew Henry: “Não temos que desejar mais para nos tornar felizes e estejamos confortáveis. Jacó também se firmou no Senhor como o Deus de seu pacto. Quando recebemos mais do que a graça comum do Senhor, devemos abundar em gratidão para com Ele. O dízimo é uma proporção comum do Senhor, devemos abundar em gratidão para com Ele. O dízimo é uma proporção adequada para consagramos a Deus, e empregá-la para Ele mesmo, podendo este valor variar de acordo com os nossos ganhos, segundo a prosperidade que Deus nos der (1 Co 16.2)’.

Comentário🤓

A experiência de Jacó no episódio de Betel (Gn 28.20-22) revela não apenas uma decisão financeira, mas um marco espiritual na vida deste patriarca. O voto que Jacó faz ao Senhor é carregado de fé, dependência e gratidão. Ele reconhece que sua provisão, segurança e prosperidade estão absolutamente condicionadas à bênção de Deus.

Assim como seu avô Abraão, que espontaneamente deu o dízimo a Melquisedeque, Jacó não age movido por imposição legal, pois a Lei ainda não havia sido estabelecida. Ele age por revelação espiritual e por um senso profundo de gratidão e reconhecimento da soberania de Deus sobre sua vida. Isso demonstra que o dízimo, mais do que um mandamento, é um princípio eterno de aliança e honra a Deus.

Ao prometer o dízimo, Jacó reconhece que Deus é a fonte de tudo o que possui e que o retorno seguro, a provisão material e o futuro da sua descendência dependem totalmente do cuidado divino. O encontro posterior com Esaú reforça essa verdade, quando ele afirma: “Porque Deus graciosamente ma tem dado, e porque tenho de tudo” (Gn 33.11). Esse “ter de tudo” não é mera prosperidade material, mas é fruto de uma vida alinhada com os princípios de Deus.

Do ponto de vista pentecostal, esse ato de Jacó nos ensina que a entrega do dízimo não se limita a uma obrigação religiosa, mas é fruto de uma vida que experimenta o sobrenatural de Deus. É um testemunho visível de que confiamos no Deus que abre portas, guarda nossos caminhos e supri cada uma de nossas necessidades segundo as Suas riquezas em glória (Fp 4.19).

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O crente pentecostal, ao compreender essa verdade, entende que dizimar não é perder, mas plantar no Reino. É reconhecer que tudo o que temos pertence a Deus e que, ao devolvermos a Ele a décima parte, estamos reafirmando nossa aliança, nossa fé e nossa dependência total do Senhor que provê, guarda e prospera.

1.3. O dízimo nos dias de Moisés.

Nos dias de Moisés, a primeira referência ao dízimo ocorre no Livro de Levítico. Naquele tempo, os judeus deveriam oferecer a Deus a décima parte de tudo que a terra desse (Lv 27.30-32). Depois disso, o dízimo é mencionado em relação ao sustento dos sacerdotes (Nm 18.20-32). No Livro de Deuteronômio, os dízimos estão relacionados ao serviço do Senhor (Dt 14.22,23).  EBD Hoje | Lição 13 Betel Adultos 2 Trimestre 2025

Comentário Bíblico Matthew Henry: “Os bens ou as pessoas consagradas se distinguem dos bens e pessoas que somente foram santificadas. Os bens consagrados são sumamente santos para o Senhor e estes não podem ser tomados de volta nem ser aplicados para outros propósitos. Quaisquer que forem os produtos com que se beneficiem, devem honrar a Deus com o dízimo. Assim reconhecem que Deus é o dono de sua terra, o doador de seus frutos, que eles são seus inquilinos e dependem dEle. Aqui nos é ensinado a honrar a Deus com o nosso sustento”.

Comentário🤓

O princípio do dízimo, nos dias de Moisés, foi plenamente institucionalizado, passando de uma prática espontânea — como vemos nos patriarcas Abraão e Jacó — para um mandamento claro dentro da aliança mosaica. A orientação divina em Levítico 27.30-32 deixa evidente que “o dízimo é do Senhor”, e não uma opção, mas uma consagração obrigatória que carrega um profundo significado espiritual.

Quando Deus estabelece que a décima parte de tudo pertence a Ele, isso não visa apenas o sustento do sacerdócio e dos levitas, mas, sobretudo, reforça o princípio da soberania divina sobre tudo o que o povo possui. Deus é apresentado como o verdadeiro dono da terra, e os israelitas, como mordomos e administradores dos recursos divinos.

O comentário de Matthew Henry é extremamente pertinente, pois conecta o ato de dizimar com um reconhecimento prático de que Deus é a fonte de toda provisão. O dízimo, portanto, era uma expressão de gratidão, dependência e fidelidade, e não apenas uma prática econômica. Era um ato de culto, uma adoração materializada, uma entrega visível do reconhecimento de que sem Deus não há colheita, não há provisão, não há sustento.

Na perspectiva pentecostal, o dízimo transcende as dimensões materiais e se conecta diretamente com a vida espiritual do crente. Quando o povo de Israel separava seus dízimos, eles estavam declarando, em fé, que confiavam em Deus para suprir todas as necessidades, mesmo após devolverem a Ele uma parte significativa do que possuíam. Este princípio carrega uma promessa: Deus honra os que O honram.

Além disso, o propósito social do dízimo — que incluía o cuidado com os levitas, os estrangeiros, os órfãos e as viúvas (Dt 14.28-29) — revela o coração de Deus em relação à justiça social, à compaixão e à solidariedade. O dízimo, então, não era apenas para manutenção do culto, mas uma ferramenta do próprio Reino de Deus para cuidar dos mais vulneráveis.

Portanto, olhando pela ótica pentecostal, dizimar é mais do que uma obrigação legalista; é uma manifestação de adoração, de fé viva e de participação ativa na missão do Reino de Deus na Terra. Aquele que dizima, não apenas honra a Deus, mas também se torna cooperador do Seu Reino e participante das bênçãos espirituais e materiais prometidas na Sua Palavra. EBD Hoje | Lição 13 CPAD Jovens 2 Trimestre 2025 com Comentário e Subsídio para professor e aluno

EU ENSINEI QUE:

Jacó mostrou intenção de entregar o dízimo como reconhecimento pelo favor de Deus.

2- O dízimo no NT

O NT faz menção a vários princípios presentes no ato de dizimar. Jesus repreendeu os mestres da Lei, chamando-os de hipócritas, porque eles davam o dízimo da hortelã, da erva-doce e do cominho, mas não obedeciam a outros mandamentos importantes, como: ser justo, bondoso e honesto com o próximo. Os mestres da Lei deveriam dizimar, mas sem deixar de praticar aquelas boas coisas (Mt 23.23).

2.1. Jesus falou sobre o dízimo.

Alguns cristãos defendem a ideia de que a prática do dízimo se limita ao tempo do AT, sendo totalmente dispensável no NT. Eles baseiam suas observações em Mateus 23.23, quando Jesus disse: ‘Ai de vós, escribas e fariseus, hipócritas! Pois que dizimais da hortelã, do endro e do cominho e desprezais o mais importante da lei, o juízo, a misericórdia e a fé; deveis, porém, fazer estas coisas e não omitir aquelas’: Jesus não repreendeu aqueles homens por entregar o dízimo, mas pela hipocrisia de achar que cumpriam a Lei, mesmo sem se importar com o próximo. Ou seja, dizimar é um ato de obediência, mas não nos exime de praticar as boas obras que glorificam o Pai (Mt 5.16). EBD Hoje | Lição 13 Betel Adultos 2 Trimestre 2025

Pr. Fernando Luiz Viana Alves (Revista Betel Dominical, 1° Trimestre de 2018, pp. 72-73): “[…] o dízimo não foi estabelecido em Israel pela lei mosaica. A lei deu conteúdo e forma à prática do dízimo (Lv 27; Nm 18; Dt 12, 14, 26). A partir dos textos bíblicos mencionados, encontramos orientações básicas quanto ao ato de dizimar, como observou J.G.S.S. Thompson (citado no Dicionário Internacional de Teologia do Antigo Testamento): 1- Dízimo de quê? De todos os bens e frutos do trabalho (Lv 27.30-34); 2- Dízimo a quem? Levitas e sacerdotes (Nm 18.21-32); Onde entregar? No lugar que o Senhor escolheu (Dt 12.1-14; 14.22-29). Quando há um despertamento e restauração de comprometimento a partir das Escrituras, resulta, entre outras coisas, em retorno às contribuições financeiras e participação com bens materiais para a manutenção dos serviços religiosos (Ne 9.38; 10.28-29, 33-39; 2Cr 31.2- 6). Porém, não havendo liderança e ensino, há abandono e desprezo, também, na aplicação dos bens e das finanças em relação ao serviço religioso (Ne 13.10-12)’.

Comentário🤓

O dízimo no Novo Testamento não é abolido, mas reafirmado dentro de uma nova perspectiva — não mais como um simples cumprimento cerimonial, mas como expressão viva de fé, amor, gratidão e compromisso com o Reino de Deus. A fala de Jesus em Mateus 23.23 é claríssima: Ele não repreende o ato de dizimar, mas a hipocrisia de fazê-lo desconectado dos princípios maiores da justiça, da misericórdia e da fé.

O Pr. Fernando Luiz Viana Alves traz uma análise teológica extremamente coerente e alinhada com a visão pentecostal: o dízimo não nasceu na Lei mosaica, mas foi sistematizado nela. Sua origem é anterior, vista na vida dos patriarcas Abraão e Jacó. Isso demonstra que o dízimo é um princípio espiritual, e não apenas uma ordenança cerimonial. No contexto neotestamentário, ele permanece como prática, porém, elevado a um nível de espiritualidade mais profundo.

O Novo Testamento deixa evidente que a motivação correta é mais importante do que o ato mecânico. Jesus ensina que o verdadeiro discípulo não é aquele que apenas entrega parte de seus bens, mas aquele que vive integralmente comprometido com o Reino, demonstrando amor ao próximo, misericórdia e fé prática.

Na teologia pentecostal, entendemos que o dízimo, quando entregue com um coração voluntário e grato, torna-se um ato de adoração e de fidelidade, alinhando a vida financeira do crente aos princípios do Reino. Ele não é uma barganha, nem uma moeda de troca por bênçãos, mas uma resposta de amor à fidelidade de Deus.

A negligência quanto ao ensino do dízimo, como bem observou o comentarista, sempre gerou esfriamento espiritual e abandono dos compromissos com a obra de Deus (Ne 13.10-12). Por isso, onde há avivamento, há também restauração da mordomia cristã, pois um crente cheio do Espírito Santo entende que seus bens, talentos e vida estão a serviço de Deus.

Portanto, o dízimo no Novo Testamento é um princípio espiritual vigente, praticado não por imposição legalista, mas como fruto de um coração transformado, que entende que tudo o que tem vem de Deus e que contribuir é um privilégio na expansão do Reino e no cuidado com a obra do Senhor. EBD Hoje | Lição 13 CPAD Jovens 2 Trimestre 2025 com Comentário e Subsídio para professor e aluno

2.2. Paulo se referiu ao dízimo levítico.

O Apóstolo Paulo se referiu ao dízimo levítico quando falou do cuidado que a igreja deve dispensar aos obreiros (1 Co 9.9-14; Lv 6.16,26; Dt 18.1). Se o apóstolo achasse o dízimo algo dispensável, ele certamente não o citaria nem teria feito referência aos textos do AT que tratam do assunto. EBD Hoje | Lição 13 Betel Adultos 2 Trimestre 2025

Comentário Bíblico Nova Vida: “Tendo discutido as convenções seculares, às quais Paulo renunciou devido ao perigo de que fossem mal interpretadas, ele cita também o direito dos sacerdotes que serviam o altar no AT. O mandamento do Senhor Jesus de que os que pregassem o evangelho deveriam viver do evangelho (Mt 10.10). Paulo não fizera uso do mandamento do Senhor porque acreditava que em um contexto não judaico a reivindicação de seus direitos levantaria uma barreira em relação ao povo para o qual o evangelho deveria ser pregado”.

Comentário🤓

O apóstolo Paulo, ao tratar da sustentação dos ministros, faz uma referência direta ao sistema levítico, que incluía o dízimo como meio de provisão para os que serviam no altar (1 Co 9.9-14). Ele estabelece uma analogia extremamente relevante: assim como os sacerdotes viviam dos recursos trazidos ao templo, os que hoje se dedicam integralmente à proclamação do Evangelho devem ser igualmente sustentados pela comunidade cristã.

O argumento de Paulo não apenas valida o princípio do sustento ministerial, mas também reforça a continuidade de fundamentos espirituais do Antigo Testamento, agora aplicados sob a luz da Nova Aliança. Vale destacar que Paulo não abole o dízimo, tampouco o considera irrelevante, mas insere este princípio dentro da ética cristã, onde a generosidade, o amor e a fidelidade são as motivações centrais.

O Comentário Bíblico Nova Vida destaca com precisão que Paulo abriu mão de seus direitos por uma questão estratégica, para não criar obstáculos à propagação do Evangelho, especialmente entre os gentios. Contudo, ele deixa claro que o princípio permanece válido e legítimo: “Assim ordenou também o Senhor aos que anunciam o evangelho, que vivam do evangelho” (1 Co 9.14).

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Na visão pentecostal, este texto revela que a igreja, como organismo vivo, tem responsabilidade espiritual, ética e prática de cuidar daqueles que se dedicam integralmente à obra de Deus. A referência ao modelo levítico não é apenas uma lembrança histórica, mas uma fundamentação teológica que conecta Antiga e Nova Aliança no que diz respeito à mordomia cristã.

Portanto, é absolutamente incorreto afirmar que o dízimo foi abolido no Novo Testamento. O que se percebe é uma elevação desse princípio a um patamar mais espiritual, onde a entrega do dízimo e das ofertas não é fruto de obrigação legalista, mas de um coração grato, generoso e consciente do seu papel no Reino de Deus.

Essa compreensão reflete a essência da teologia pentecostal: uma fé viva, que une devoção, responsabilidade e serviço no sustento da obra e no avanço do Evangelho.

2.3. Porque dizimar

Tanto no AT quanto no NT, a Bíblia Sagrada se refere ao dízimo como um ato de fidelidade e reconhecimento de que tudo que temos vem de Deus. Sendo assim, vejamos algumas razões para dizimar: (a) nos doar ao Reino; (b) nos doar à Igreja do Senhor; (c) nos doar aos santos, a quem o Senhor ama; (d) expressar nossa fé em Deus; (e) expressar nossa fidelidade a Deus; (f) adorar a Deus; (g) reconhecer que tudo vem de Deus e que somos apenas Seus mordomos. Sendo assim, entregar os dízimos e ofertas com amor e contentamento deve ser uma prática de todo cristão.

Bispo Abner Ferreira: “Deus tem conhecimento de tudo; Ele observa todas as coisas e não se apraz daqueles que O roubam. Por isso, é importante corrigir nossos pensamentos no que se refere à fidelidade para trilharmos os caminhos divinos. Que possamos obedecer aos critérios da Palavra de Deus, que nos orienta a apresentar nossos dízimos e ofertas de maneira fiel, com alegria, na Casa do Senhor, onde serão administrados da maneira correta”.

Comentário🤓

O ensino sobre o dízimo, tanto no Antigo quanto no Novo Testamento, não é apenas uma questão administrativa ou financeira, mas essencialmente um princípio espiritual, de fidelidade, honra e adoração a Deus. Ele reflete a consciência de que tudo o que possuímos procede do Senhor e de que somos apenas mordomos de Seus bens.

O Bispo Abner Ferreira, com muita propriedade, ressalta que Deus observa nossa conduta e não se agrada dos que negligenciam esse princípio. O ato de dizimar não é uma transação comercial, mas um exercício de fé, dependência e gratidão. Quando entregamos nossos dízimos e ofertas, estamos, na verdade, declarando que Deus é Senhor sobre nossas finanças, nosso sustento e nossa vida.

As razões teológicas são claras e fundamentadas:

  • 🛐 Adoração: O dízimo é uma expressão tangível da nossa adoração. Assim como cantamos, oramos e lemos a Palavra, também adoramos a Deus com os bens que Ele mesmo nos confiou (Pv 3.9-10).
  • 🤝 Sustento da obra: É através dos dízimos e ofertas que a igreja mantém seus obreiros, missionários, ministérios, ações sociais e a expansão do Evangelho (Ml 3.10; 1 Co 9.14).
  • ❤️ Expressão de gratidão: O crente que entende a graça de Deus responde com um coração agradecido, reconhecendo que “Dele, por Ele e para Ele são todas as coisas” (Rm 11.36).
  • 🔑 Princípio de aliança: Assim como Abraão e Jacó, que dizimaram antes mesmo da Lei, o dízimo é uma prática que revela relacionamento, compromisso e aliança com Deus.
  • 🚪 Portas abertas: Malaquias 3.10 não deixa dúvidas — há uma promessa de provisão, proteção e bênção para aqueles que praticam este princípio.

Portanto, dizimar não é uma obrigação legalista, mas uma oportunidade de participar ativamente do Reino de Deus, sustentando a Sua obra na Terra, cuidando dos necessitados e vivendo sob os princípios eternos do Reino.

Na perspectiva pentecostal, este não é apenas um mandamento, mas uma ferramenta espiritual de prosperidade, proteção e fidelidade, onde o céu se move em favor dos que entendem e vivem esse princípio. EBD Hoje | Lição 13 CPAD Jovens 2 Trimestre 2025 com Comentário e Subsídio para professor e aluno

EU ENSINEI QUE:

Dizimar não nos exime de praticar as boas obras que glorificam o Pai.

3 – Ofertando com amor

Deus convocou o povo de Israel para que levasse ofertas alçadas para a construção do santuário, onde Ele habitaria (Êx 25.2). O relato bíblico nos revela que foram feitas ofertas generosas ao Senhor: ouro, prata e cobre; tudo ofertado de coração, por desejo próprio (Êx 35.5). Os israelitas se disponibilizaram para atender aquele pedido, ofertando com alegria e fartura. EBD Hoje | Lição 13 Betel Adultos 2 Trimestre 2025

3.1. As ofertas no AT.

Ofertar para a Obra de Deus é uma responsabilidade, mas também um privilégio dos cristãos. O AT relata diversos tipos de ofertas ou sacrifícios: (1) holocausto (Lv 6.8-13; 8.18-21; 16.24); (2) oferta de manjares (Lv 6.14-23); (3) sacrifício pacífico (Lv 7.11-34); (4) oferta pelo pecado (Lv 5.1-13; 6.24-30; 8.14-17; 16.3-22); (5) oferta pela culpa (Lv 5.14-19; 6.1-7; 7.1-6). Davi sabia reconhecer o valor terreno e espiritual das ofertas. Certa vez, ele se negou a receber de Araúna a doação de um terreno, pois disse: “(…) não oferecerei ao Senhor meu Deus holocaustos que me não custem nada; 2Sm 24.24. Após comprar o terreno de Araúna, o rei Davi construiu ali um altar, onde apresentou ofertas que foram completamente aceitas pelo Senhor (2Sm 24.25). EBD Hoje | Lição 13 Betel Adultos 2 Trimestre 2025

Bispo Abner Ferreira: “Por meio de sua voluntariedade, Davi nos ensina que não devemos ficar tristes em relação ao que vamos ofertar a Deus; pelo contrário, devemos ofertar com alegria. Devemos ter certeza de uma coisa: do mesmo modo que somos fiéis a Deus, Ele também é fiel a nós. O que ofertamos no culto, Deus certamente nos retribui com bênçãos incontáveis”.

Comentário🤓

Ofertar é uma expressão profunda de amor, gratidão e reverência a Deus. A prática das ofertas no Antigo Testamento nunca foi meramente protocolar, mas carregava um significado espiritual e relacional entre Deus e Seu povo. O texto de Êxodo 25.2 é claro quando Deus ordena que as ofertas deveriam ser dadas “de coração disposto”, mostrando que Ele não se agrada da imposição, mas sim da voluntariedade que nasce de um coração grato.

Davi é um exemplo extraordinário de um adorador que entendia que adorar sem custo não é adoração verdadeira. A célebre frase — “não oferecerei ao Senhor meu Deus holocaustos que não me custem nada” (2Sm 24.24) — ecoa como um princípio que transcende as alianças. A verdadeira adoração envolve sacrifício, entrega e reconhecimento da soberania divina.

O Bispo Abner Ferreira acerta quando afirma que ofertar não deve ser motivo de tristeza, mas sim de alegria. A generosidade abre as janelas dos céus e reflete um coração alinhado com os princípios do Reino. A Palavra nos garante que “Deus ama ao que dá com alegria” (2Co 9.7), e que “aquele que semeia pouco, pouco também ceifará; e o que semeia com abundância, com abundância ceifará” (2Co 9.6).

Princípios Pentecostais sobre as ofertas:

  • 🛐 Ofertar é adoração: Não é apenas um ato financeiro, mas espiritual.
  • ❤️ Oferta voluntária: É fruto do amor e da gratidão, não da obrigação.
  • 🔥 Oferta com propósito: Assim como no tabernáculo, as ofertas sustentam a obra, a expansão do Evangelho e o cuidado com os necessitados.
  • 🚪 Oferta que abre portas: A generosidade traz bênçãos materiais e espirituais, proteção e provisão divina.
  • 🌾 Oferta como semente: Cada oferta é uma semente no Reino, que produzirá frutos no tempo de Deus.

Ofertar com amor não é uma opção para quem entende o Reino, é um privilégio e uma expressão visível da fé em ação. E como ensina o próprio Senhor, “dai, e ser-vos-á dado; boa medida, recalcada, sacudida e transbordando vos darão” (Lc 6.38). EBD Hoje | Lição 13 CPAD Jovens 2 Trimestre 2025 com Comentário e Subsídio para professor e aluno

3.2. As ofertas no NT.

Logo no início das atividades da Igreja em Jerusalém, entre as práticas marcantes daquela comunidade, estavam a generosidade, a prontidão e a voluntariedade na contribuição financeira dos primeiros convertidos (At 2.42-47). Desde cedo, os discípulos de Cristo entenderam que a adoração ao Senhor não está restrita ao louvor, à oração e ao anúncio do Evangelho, mas também à prática de ofertar (At 4.32-37). EBD Hoje | Lição 13 Betel Adultos 2 Trimestre 2025

Comentário🤓

As ofertas no Novo Testamento revelam um princípio elevado de generosidade, fundamentado no amor, na comunhão e na unidade da Igreja. Desde os primórdios da Igreja Primitiva, vemos que os discípulos compreenderam que a vida cristã é marcada por uma entrega total — espiritual, emocional, relacional e também material.

Em Atos 2.42-47 e 4.32-37, observa-se que a comunidade cristã não tinha uma visão egoísta dos bens. Ninguém considerava exclusivamente seu aquilo que possuía, mas repartiam conforme a necessidade de cada um. Isso demonstra um entendimento claro de que Deus é o verdadeiro dono de tudo, e que somos apenas mordomos de Seus recursos.

💡 Princípio Pentecostal: A vida cheia do Espírito gera um coração generoso. O batismo no Espírito Santo não apenas leva o crente a experiências sobrenaturais, mas também a viver o amor prático e sacrificial. O fogo do Pentecostes não queima só na oração, mas também na generosidade.

O apóstolo Paulo reforça este princípio nas suas cartas, especialmente em 2 Coríntios 9, quando ensina que “Deus ama a quem dá com alegria” (v.7) e que “aquele que semeia com generosidade também colherá com generosidade” (v.6).

Lições teológicas para a Igreja hoje:

  • 🎯 Ofertar é um ato de adoração, fé e amor.
  • 🔥 A Igreja cheia do Espírito é também uma Igreja generosa.
  • 💖 A prática da oferta no NT transcende o formalismo e é fruto da ação do Espírito Santo no coração do crente.
  • 🚀 Ofertar promove o avanço da obra missionária, o cuidado dos necessitados e a manutenção do culto a Deus.

Portanto, no Novo Testamento, assim como no Antigo, ofertar não é um peso, mas um privilégio dos que entenderam que tudo o que somos e temos pertence ao Senhor.

3.3. Por que ofertar?

As ofertas voluntárias, além dos dízimos, são como a igreja mantém seus compromissos financeiros; incluindo a manutenção dos Templos e o sustento de missionários. Ao ofertar com liberalidade, o cristão mostra confiança em seus líderes e comprometimento com o trabalho que a igreja desenvolve. Frente a isso, qualquer oferta vinda do desejo verdadeiro de servir e agradar a Deus é bem-vinda, porque as ofertas também são uma maneira de adorar ao Rei dos reis. EBD Hoje | Lição 13 Betel Adultos 2 Trimestre 2025

John Stott & Chris Wright (2018): “Quando nos tornamos cristãos, as nossas contribuições ganham um novo impulso. Somos chamados a contribuir com generosidade e alegria, como um fruto da vida do Espírito dentro de nós’: Em resposta à pergunta deste subtópico, podemos recorrer às observações de John Stott sobre a contribuição cristã: (1) É uma expressão da graça de Deus (2Co 8.1-6); (2) pode ser um charisma, um dom do Espírito (2Co 8.7); (3) é inspirada na Cruz de Cristo (2 Co 8.8- 9); (4) coopera para a igualdade (2Co 8.13-15); (5) promove o agradecimento a Deus (2Co 9.l lb-15).

Comentário🤓

Ofertar é muito mais do que uma obrigação religiosa ou uma mera formalidade; é um ato de profunda espiritualidade, adoração e gratidão a Deus. Tanto os ensinos do Antigo como do Novo Testamento revelam que a entrega de ofertas está diretamente ligada à maturidade espiritual e à compreensão de que Deus é o dono de tudo (Sl 24.1).

O apóstolo Paulo, escrevendo aos coríntios, deixa claro que ofertar é uma expressão da graça de Deus operando em nós (2Co 8.1-6). É fruto da ação do Espírito Santo no coração do crente regenerado, que agora entende que a Cruz de Cristo é o maior exemplo de entrega, generosidade e amor sacrificial (2Co 8.9).

🔥 Princípio Pentecostal: O crente cheio do Espírito não vive apenas para receber bênçãos, mas para ser bênção. Quem foi impactado pelo amor de Cristo não mede esforços para investir na obra de Deus, seja na manutenção dos templos, no sustento dos missionários ou no cuidado dos necessitados.

📖 Ofertar é também uma manifestação visível de um coração agradecido, quebrantado e comprometido com a missão do Reino. Como bem afirmam John Stott e Chris Wright, isso não só promove a igualdade (2Co 8.13-15), como também resulta em ações de graças a Deus (2Co 9.11-15).

✔️ Portanto, ofertamos porque amamos a Deus, amamos Sua obra e desejamos que o Reino avance na Terra. A verdadeira espiritualidade pentecostal não separa o sobrenatural da prática; antes, une a oração fervorosa, a busca pela presença de Deus e a generosidade como expressões inseparáveis de uma vida cheia do Espírito Santo. EBD Hoje | Lição 13 CPAD Jovens 2 Trimestre 2025 com Comentário e Subsídio para professor e aluno

EU ENSINEI QUE:

Ofertar para a Obra de Deus não é uma obrigação, mas um privilégio.

CONCLUSÃO

O autêntico discípulo de Cristo deve perseverar, com a imprescindível ajuda do Espírito Santo, nos princípios bíblicos que norteiam a adequada prática da entrega de dízimos e ofertas com alegria, generosidade e voluntariedade. É uma resposta do povo de Deus à graça de Nosso Senhor que se manifesta em nós e o resultado do viver em Espírito para a glória de Deus (Rm 11.36).

🙏 Chamada para Ação

Você, como discípulo de Cristo, é chamado a viver com responsabilidade espiritual, reconhecendo que tudo o que possui vem de Deus. A prática do dízimo e das ofertas é um ato de adoração, gratidão e compromisso com o Reino. Hoje, reflita sobre como você tem contribuído para a expansão da obra de Deus em sua igreja local. Comece separando fielmente seus dízimos e ofertas e ore, pedindo ao Espírito Santo que desperte em você um coração generoso. Seja um canal de provisão, bênção e transformação na vida de outras pessoas.

❓ 10 Perguntas Frequentes sobre o tema

  1. O que representa o dízimo na vida do cristão?

    Representa gratidão, fidelidade e obediência a Deus, reconhecendo que tudo vem dEle.

  2. A prática do dízimo começou com Moisés?

    Não. Começou antes da Lei, com Abraão e Jacó, como expressão voluntária de fé e gratidão.

  3. Qual era o propósito do dízimo no Antigo Testamento?

    Sustentar os levitas, promover a assistência social e manter o culto e as festas religiosas.

  4. Jesus condenou a prática do dízimo?

    Não. Ele criticou a hipocrisia dos fariseus, mas afirmou que o dízimo deve ser praticado sem omitir a justiça, a misericórdia e a fé (Mt 23.23).

  5. Paulo apoiava a ideia de sustentar obreiros?

    Sim. Ele comparou o sustento dos ministros à prática levítica, defendendo o cuidado com quem prega o evangelho (1Co 9.13-14).

  6. Qual a diferença entre dízimos e ofertas?

    O dízimo é a décima parte dos rendimentos. A oferta é voluntária e pode variar de acordo com o coração do ofertante.

  7. Como as ofertas eram vistas no Antigo Testamento?

    Como ato de adoração e gratidão, realizadas com alegria e generosidade (Êx 25.2; 2Sm 24.24).

  8. Que tipo de atitude devemos ter ao ofertar?

    Alegria, voluntariedade e fé, confiando que Deus é fiel para suprir todas as nossas necessidades (2Co 9.7-8).

  9. A contribuição financeira é parte da adoração?

    Sim. A Bíblia mostra que ofertar e dizimar é tão espiritual quanto louvar, orar e pregar.

  10. O que o crente demonstra ao contribuir fielmente?

    Demonstra que é mordomo fiel, que confia em Deus como provedor e está comprometido com o avanço do Reino.

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