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Lição 2 – Só Em Jesus Há Salvação
A Lição 2 Betel Conectar Jovens 4 Trimestre 2025 declara que só Em Jesus Há Salvação. A Carta aos Romanos revela que a justificação é um dom da graça, alcançado exclusivamente pela fé em Cristo, o único mediador e Salvador.
Lição 2 Betel Jovens Conectar 4 trimestre 2025
Lição 2 – Só Em Jesus Há Salvação
Tema da Revista: Carta aos Romanos: A Salvação pela Graça mediante a fé
📝Resumo da Lição 2 Betel Conectar Jovens 4 Trimestre 2025
A Lição 2 mergulha na verdade central de Romanos: a salvação é um dom gratuito de Deus, operado unicamente por intermédio de Jesus Cristo. Não há outro caminho. A justificação é pela graça, recebida pela fé, removendo o jugo da Lei e do pecado. Em Cristo, encontramos a redenção completa e a paz com Deus.
O que você vai aprender
- A Bíblia declara que a salvação é um ato soberano da graça de Deus, revelado em Jesus Cristo.
- A fé em Jesus é o único meio eficaz para a justificação, sendo a Lei incapaz de salvar o homem.
- Reconhecer que só em Cristo há perdão, redenção e a nova vida em santidade.
TEXTO DE REFERÊNCIA
Êx 9.16
VERSÍCULO DO DIA
“E será que, se ouvires a voz do SENHOR, teu Deus, tendo cuidado de guardar todos os seus mandamentos que eu te ordeno hoje, o SENHOR teu Deus, te exaltará sobre todas as nações da terra”, Dt 28.1
VERDADE APLICADA
Deus estabeleceu Israel como um modelo a todas as nações do mundo como um povo regido pela Sua Lei e Seus princípios.
OBJETIVOS DA LIÇÃO
✔ Explicar o significado da Missão no AT;
✔ Apresentar o propósito da Missão de Deus para Israel;
✔ Mostrar que Israel foi abençoado para abençoar.
>MOMENTO DE ORAÇÃO
Oremos para que o Senhorio do Deus Altíssimo seja conhecido entre todos os povos.
Leitura semanal 📘
| Segunda | 1Cr 16.24 – Proclamem a Glória de Deus a todas as nações. |
| Terça | Sl 83.18 – Que todos os povos reconheçam que só o Senhor é o Deus Altíssimo. |
| Quarta | Gn 18.18 – Abrado foi abençoado para abençoar. |
| Quinta | Êx 9.16 – O nome do Senhor será conhecido no mundo inteiro. |
| Sexta | Êx 16.9 – Israel foi constituído como um reino de sacerdotes. |
| Sábado | Dt 7.16 – Deus estabeleceu Israel como nação santa. |
Introdução
A missão do AT se distingui da missão neotestamentária no “ser” e no “fazer”. Enquanto Israel deveria somente “ser”, a Igreja é chamada para “ser” e “ir” realizar o propósito de Deus na história humana, resgatar o que foi perdido.
🔑 Ponto-Chave: “Missão é a ação pela qual Deus utiliza um povo ou individuo em favor do mundo”.
1 – ISRAEL, UM POVO COM UMA MISSÃO
Mesmo que diferente do propósito da Igreja, Israel foi estabelecido como a nação pela qual Deus age no mundo no AT.
1.1. A Missão de Israel
Antes de qualquer afirmação, devemos definir o que é Missão: é aquilo que Deus está fazendo em favor do mundo – é o Seu propósito que a longo prazo irá renovar toda a criação, quando Deus fará um novo céu e uma nova terra (2Pe 3.13). É a partir desta afirmação que entra o papel e a Missão de Israel no AT, de ser o instrumento de Deus para a salvação do mundo. Da mesma forma que Israel foi o instrumento de Deus para Sua ação no mundo, no NT é a Igreja que cumpre o propósito salvífico de Deus na história humana.
Comentário🤓
É fundamental que compreendamos a distinção, mas também a conexão inegável, entre a vocação de Israel e o ministério da Igreja. O Eterno estabeleceu Israel não por acaso, mas como um farol de Sua glória e um agente de Sua vontade salvífica no contexto do Antigo Testamento. A nação de Israel não era apenas um aglomerado de tribos; era a plataforma divinamente escolhida através da qual Deus Se revelaria e interviria na história humana.
Ao definirmos “Missão” como o próprio propósito de Deus em ação – que culmina na renovação total da criação, no Novo Céu e na Nova Terra – colocamos Israel no seu devido lugar. A Missão não é primariamente o que nós fazemos para Deus, mas o que Deus faz através de Seus instrumentos. O papel de Israel, desde o chamado de Abraão, foi o de ser o canal, o instrumento singular, para a concretização do plano redentor de Deus para a humanidade. Eles deveriam ser um “reino de sacerdotes e uma nação santa” (Êxodo 19:6), testemunhando ao mundo o poder e a unicidade do Deus vivo.
Esta é a linha de continuidade que nos leva do Antigo para o Novo Testamento. O propósito salvífico de Deus, iniciado e sustentado através de Israel (e que culmina no Messias, o Filho de Israel), é agora continuado pela Igreja. A Igreja, como o Israel espiritual ou o Novo Israel, é o instrumento atual de Deus para levar a mensagem da salvação a todos os povos, cumprindo o que Israel profeticamente prenunciou. O propósito de Deus não mudou; mudou o instrumento na atual dispensação. A Missão é uma, e o Senhor continua a utilizá-la para alcançar o mundo perdido, preparando o caminho para a manifestação final de Sua glória.
1.2. Israel foi chamado para SER
Deus estabeleceu o povo de Israel como exemplo para todas as nações do mundo, expressando assim, como Ele deseja que os outros povos fossem, uma comunidade regida pelos Seus princípios e valores estabelecidos na Lei, nos quais Ele habitaria em seu meio. Por este motivo, a Missão de Israel no AT
não está relacionada, primeiramente, em “ir”, ou fazer alguma coisa, mas antes em “SER”. Este povo foi chamado Para ser santo, diferente das outras nações e com o propósito e finalidade de expressar a Glória de Deus ao mundo, povos, tribos e nações (1Cr 16.24).
Comentário 🤓
A visão de que a Missão de Israel se concentrava primariamente em SER é uma verdade teológica de peso e de profundo significado. Antes de qualquer ordem para fazer ou ir, o Eterno chamou Seu povo para uma existência separada, uma vocação para a santidade que os distinguiria radicalmente de todas as nações pagãs ao redor.
Israel foi estabelecido como um modelo vivo, uma demonstração prática de como a vida em comunidade deveria ser regida pelos preceitos do Deus Altíssimo. A Lei não era um fardo, mas um projeto divino para criar uma sociedade teocêntrica, um laboratório de fé onde os valores de justiça, retidão e adoração pura seriam manifestos. O grande diferencial de Israel não residia em seu poderio militar ou sua riqueza, mas na presença de Deus habitando no seu meio. Esta habitação divina era a prova irrefutável de que eles eram um povo peculiar.
Portanto, a glória de Israel era a sua própria identidade santa. Eles não precisavam de grandes estratégias de evangelismo, no sentido neotestamentário de “ir”. Sua missão era primeiramente passiva no sentido de serem um testemunho vivo. Ao viverem em obediência e santidade, eles se tornavam um farol, atraindo a atenção e o questionamento das nações. A sua própria existência, regida pelos princípios da Torá, deveria expressar a majestade e a Glória de Deus ao mundo, a todas as tribos e a todos os povos. O mandamento de “proclamar entre as nações a Sua glória” (1 Crônicas 16:24) se cumpria primeiramente pelo testemunho silencioso, mas poderoso, de uma vida dedicada e separada para o Senhor. Que a Igreja de hoje aprenda esta lição: antes de pregar, o crente deve, primeiramente, SER santo!
REFLETINDO
“Fundamentalmente, nossa missão significa nossa participação comprometida como povo de Deus, mediante o convite e a ordem de Deus, na própria missão de Deus na história do mundo para a redenção da criação de Deus”
Christopher Wright
EBD Hoje – Escola Dominical | Revista Betel | 4º Trimestre De 2025 | Carta aos Romanos: A Salvação pela Graça mediante a fé | Betel Jovens 4 trimestre 2025 Lição 2 – Escola Dominical | Betel Jovens
2. O PROPÓSITO DE ISRAEL
Deus estabeleceu Israel como nação Sua, propriedade particular, nação santa e reino de sacerdotes.
2.1. Israel, nação santa
Partindo do princípio de que, primeiramente, a missão de Israel era “ser” e não “ir” ou “fazer”, devemos entender que o povo de Deus foi chamado a ser um povo santo (Dt 7.6). A santidade em Deus é o atributo que o distingue de as demais divindades do mundo antigo, pois, o Senhor além de ser Santo, exige que Seu povo seja também santo (1Pe 1.16). Este é o primeiro propósito da Missão de Israel no AT: servir a Deus através de uma vida de santidade e separação. A Igreja, como o novo Israel de Deus, deve primeiramente viver em santificação, orientada para Deus e para o Seu agir no mundo.
Comentário🤓
Amado irmão, esta é uma verdade que precisa ecoar em toda a congregação dos santos: A essência da Missão começa no ser, e este ser é a santidade!
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O chamamento de Israel, como registrado em Deuteronômio 7:6, não foi um convite à prosperidade terrena ou à glória militar, mas sim uma convocação à separação: “Pois tu és povo santo ao Senhor teu Deus”. Esta santidade é o atributo que distingue o Deus de Israel de toda a miríade de deuses pagãos e ídolos vazios do mundo antigo. O nosso Deus é o Totalmente Outro, puro, imaculado, e Ele não apenas possui santidade, mas exige que Seu povo reflita esta pureza. A ordem é inequívoca: “Sede santos, porque eu sou santo” (1 Pedro 1:16).
Portanto, o primeiro e inegociável propósito da Missão de Israel era a consagração. Era uma vocação para servir ao Senhor não por meio de grandes feitos externos no início, mas através de uma vida de integridade e separação. Esta separação não era para o isolamento, mas para ser um testemunho vivo.
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Na dispensação da Graça, a Igreja, o Israel espiritual de Deus, herda esta mesma exigência. Antes de a Igreja “ir” e “fazer” a Grande Comissão, ela precisa “ser” santa. De que vale o nosso fervor missionário e nossos projetos sociais se a nossa vida particular ou comunitária não demonstra a pureza de Cristo? A santificação é o pré-requisito e a força motriz para qualquer ação eficaz no mundo. Uma Igreja que não vive em santidade é uma luz que se apagou; ela perde a sua identidade e a sua capacidade de ser o sal da terra. A vida da Igreja deve ser, primeiramente, orientada para Deus, vivendo em santidade, para que então possa ser um instrumento potente para o Seu agir e propósito salvífico na história humana. Aleluia!
2.2. Reino de sacerdotes
A função básica de um sacerdote era ministrar as coisas sagradas, o culto e o sacrifício, viver uma vida de devoção e relacionamento com Deus. Do mesmo jeito, Israel deveria apresentar ao mundo a Gloria de Deus, Seu poder e governo justo e piedoso (Sl 83.18). Esta função faz com que todos os povos reconheçam o Senhor como o Único Deus (Dt 6.4). Tal afirmação leva a compreensão de que Deus é Senhor e Criador. Desta forma, todas as criaturas devem obediência a Ele, mas todos aqueles que não reconhecem Sua soberania estão em rebelião, e consequentemente, estão diante de Sua ira e julgamento.
Comentário🤓
Esta designação não é um título honorífico vazio, mas uma descrição profunda da sua responsabilidade perante Deus e o mundo. A função sacerdotal é inerentemente mediadora: o sacerdote é aquele que lida com o sagrado, que ministra o culto e, crucialmente, vive uma vida de intensa devoção e íntima comunhão com o Altíssimo. Esta era a missão de Israel: ser o corpo sacerdotal de Deus na Terra.
Eles foram chamados a apresentar ao mundo, não a sua própria cultura ou força, mas a Glória do Senhor, o Seu poder incomparável e o Seu governo, que é ao mesmo tempo justo e piedoso (Salmo 83:18). Através do testemunho de Israel, todas as nações deveriam ser compelidas a reconhecer uma verdade fundamental e inegociável: “O Senhor é o nosso Deus, o Senhor é um só” (Deuteronômio 6:4).
Esta afirmação da unidade de Deus, o monoteísmo puro, leva-nos à conclusão de que Ele não é apenas o Senhor de Israel, mas o Criador Soberano de todo o universo. Se Ele é o Criador, então todas as Suas criaturas Lhe devem obediência irrestrita e incondicional. A rebelião não é uma opção. Aqueles que, por presunção ou ignorância voluntária, se recusam a curvar-se diante da Sua Soberania, colocam-se numa posição de franca insubordinação. E a Escritura é clara: a rebelião contra o Criador atrai inevitavelmente a Sua justa ira e o Seu julgamento. Que a Igreja, o Novo Sacerdócio, compreenda a seriedade desta verdade e viva em temor e submissão! Aleluia!
EBD Hoje | Lição 2 Betel Jovens Conectar 4 trimestre 2025 | Revista – Carta aos Romanos: A Salvação pela Graça mediante a fé
3. ABENÇOADOS PARA ABENÇOAR
O chamado de Israel não foi para servir a si mesmo, mas sim de servir como testemunho de Deus aos outros povos, tribos e nações.
3.1. O chamado dos patriarcas
Abraão recebeu de Deus uma dupla promessa. A primeira: se tornar uma grande nação (Gn 18.18), de modo que não poderia ser contada a sua descendência, assim como a areia da praia ou como as estrelas do céu (Gn 22.17), A segunda: abençoar todas as nações da terra (Gn 12.3). A intenção de Deus no AT é que toda criação, toda vida e cultura humana possam, por meio de Abraão e de sua descendência, tornar-se novamente algo muito bom. Essa promessa é cumprida em dois tempos, o primeiro na formação do povo de Israel no Egito e na segunda, na vida e ministério, morte e ressurreição de Jesus Cristo.
Comentário🤓
Aqui temos um princípio missionário que corta toda e qualquer possibilidade de egocentrismo na fé: O propósito do chamado divino jamais é a auto-satisfação ou o benefício exclusivo do chamado. Israel não foi eleito para ser uma ilha teológica; foi abençoado para abençoar, estabelecido para servir como testemunho vívido do único Deus verdadeiro a todas as etnias e culturas da Terra.
O fundamento desta Missão universal reside no chamado dos Patriarcas. Olhemos para Abraão, o pai da fé. Ele recebeu uma promessa que é, na verdade, um pacto de duas vias: A primeira, a promessa da multiplicação incontável de sua semente, tornando-se uma nação poderosa, numerosa como as estrelas do céu e a areia da praia (Gênesis 18:18; 22:17). Esta promessa assegurava a permanência e a identidade do povo de Deus.
Mas a segunda promessa é a chave da Missão, a que direciona o olhar para fora: “Em ti serão benditas todas as famílias da terra” (Gênesis 12:3). A intenção soberana do Eterno era que, através da linhagem de Abraão – através da existência, dos valores e do testemunho deste povo – toda a criação e a cultura humana pudessem ser resgatadas da maldição, retornando ao estado de “muito bom” do Éden.
Esta promessa alcança seu cumprimento em duas fases inseparáveis: Primeiro, na formação de Israel no Egito, onde Deus opera sinais e maravilhas, mostrando Seu poder libertador. Mas o cumprimento pleno e definitivo se dá em Jesus Cristo, o descendente maior de Abraão. Na Sua vida, ministério, morte e gloriosa ressurreição, a bênção de Abraão é estendida, por meio da Igreja, a todos os povos. A bênção de Deus é sempre expansiva, nunca restritiva! Aleluia!
3.2. O papel de Israel ante as nações
Foi no Êxodo que Israel se tornou uma nação e no Sinai que Deus estabeleceu as exigências para se viver conforme seus princípios e valores. Deus estabeleceu para o Seu povo que em todas as esferas da vida deveriam ser santos, por isso, estabeleceu leis que regiam a família (Lv 19.3); a adoração (Lv 19.4); o cuidado com os pobres e estrangeiros (Lv 19.9,10); o amor fraternal (Lv 19.18); a fidelidade sexual (Lv 19.20-22), dentre outras leis. Quando Israel foi disperso entre as nações (Jr 29.4), Deus enviou para o interior dos povos pagãos tais princípios como testemunho de Seu caráter Santo, Glória e Majestade.
Comentário🤓
O Êxodo não foi apenas uma fuga espetacular; foi o parto de uma nação, o momento em que a semente de Abraão foi forjada em um povo soberano. E no Monte Sinai, o Eterno não apenas deu dez mandamentos, mas um código de vida completo, um sistema legal e moral que manifestava Seus próprios princípios e valores.
É crucial entender que as exigências de Deus eram totalizantes: elas tocavam todas as esferas da vida. A santidade de Israel não deveria estar confinada ao Tabernáculo ou aos dias de festa, mas devia permear a família (Levítico 19:3), a pureza da adoração (Levítico 19:4), a justiça social — no trato com o pobre e o estrangeiro (Levítico 19:9-10) — e a ética das relações interpessoais, no amor fraternal (Levítico 19:18) e na fidelidade sexual (Levítico 19:20-22). O propósito era claro: Israel deveria ser um testemunho vivo da perfeição do caráter de Deus.
E quando, porventura, a desobediência e o juízo divino levaram Israel à dispersão — ao cativeiro entre as nações (Jeremias 29:4) — o plano de Deus não falhou. Pelo contrário! Os exilados se tornaram, involuntariamente, portadores desses princípios santos. Através da vida e da conduta de Daniel, de Ester, e de tantos outros no meio dos povos pagãos, os princípios do Reino de Deus foram introduzidos nas cortes e nas culturas, servindo como um testemunho irrefutável do Seu caráter Santo, da Sua Glória e da Sua Majestade. Até mesmo no juízo, Deus usou Seu povo para a Missão! Bendito seja o plano inescrutável do Senhor!
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O significado da Missão no AT se dá a partir de trés conceitos distintos:
1) universalismo, que afirma que o Deus de Israel é o Único Deus e Senhor, Criador e Dominador de toda terra e de todos os povos;
2) incorporação de estrangeiros, de modo que os estrangeiros deveriam adotar as obrigações do grupo, sejam de caráter étnico, social e religioso, ao se tornarem integrantes plenos da comunidade de Israel; e
3) proselitismo, que alcançou seu auge nos tempos de Jesus, onde muitos gentios se converteram ao judaísmo.
Fonte: (GOHEEN, Michael W. A igreja missional na Bíblia. São Paulo, Vida Nova, 2014, p.35,36).
CONCLUSÃO
A Missão de Israel no AT se difere da Igreja no NT; o primeiro foi chamado a “ser”, enquanto que a Igreja, que é o novo povo de Deus, foi chamada para “ser” santa e “ir” ao mundo pregar o Evangelho, anunciando o Reino de Deus na Pessoa de Cristo Jesus.
Complementando
Nem o maior ateu consegue negar que existe uma bênção sobre os descendentes de Abraão, os judeus. Elencamos aqui alguns nomes de judeus que foram excepcionais e transformaram o mundo de alguma forma com suas descobertas: Albert Einstein (físico teórico), desenvolveu a teoria da relatividade transformando toda a compreensão do tempo, espaço e gravidade; Sigmund Freud (Pai da psicanálise) revolucionou a psicologia e a psiquiatria através de suas teorias sobre o inconsciente; Robert Oppenheimer (físico e teórico) diretor do projeto Manhattan e desenvolvedor da bomba atômica, dentre outros judeus.
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EU ENSINEI QUE
O chamado de Israel no AT não foi de “ir” ou “fazer”, mas, antes “ser” um povo santo em meio as nações pagãs, enquanto que a Igreja assume estas duas vocações.
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