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Revista Betel Jovens Conectar 3 trimestre 2025
Lição 03 – Missões E Os Atributos De Deus
Tema da Revista: Missões: O Clamor da última hora
A Lição 03 Betel Conectar Jovens 3 Trimestre 2025 mostra que a missão nasce no próprio Deus, cuja essência amorosa e graciosa impulsiona o relacionamento com a humanidade. O amor divino é a base da missão.
O que você vai aprender:
✅ Que a missão é parte do propósito eterno de Deus e não uma reação humana.
✅ Que o relacionamento íntimo com Deus nos move a compartilhar o evangelho.
✅ Que o amor de Deus é a força central da obra missionária no mundo.
TEXTO DE REFERÊNCIA
Ef 2.1-6
VERSÍCULO DO DIA
“Que nos salvou e chamou com uma santa vocação; não segundo as nossas obras, mas segundo o seu próprio propósito e graça que nos foi dada em Cristo Jesus, antes dos tempos dos séculos”, 2Tm 1.9
VERDADE APLICADA
A própria essência de Deus faz com que Ele anele em se relacionar com o ser humano, compartilhar de Si mesmo e se derramar completamente sobre Seus filhos.
OBJETIVOS DA LIÇÃO
✔ Explicar o propósito da Missão em Deus;
✔ Apresentar o relacionamento com Deus como impeto da Missão;
✔ Mostrar que o amor divino é a base da Missão.
MOMENTO DE ORAÇÃO
Oremos para que possamos amar as almas perdidas assim como Deus as amou.
Leitura semanal
Seg – Sl 4.3 | O plano da Salvação é um projeto da eternidade.
Ter – Sl 65.2 | O propósito eterno de Deus foi realizado em Cristo.
Qua – Sl 66.18 | Deus deseja que todos os homens sejam salvos.
Qui – Sl 145.18 | Deus amou o mundo.
Sex – Sl 18.6 | Deus mostrou o Seu amor ao enviar Cristo para morrer em nosso lugar.
Sáb – Sl 37.7 | Deus é misericordioso.
Introdução
A base do ímpeto missionário, de sua mensagem na história da Salvação se encontra na própria essência divina, no caráter de Deus e Seus atributos. O Deus que se revela em Cristo é Aquele que é amor e vai ao encontro do perdido a fim de resgatá-lo.
🔑 Ponto-Chave: “O reconhecimento e a manifestação da Glória de Deus são os maiores e principais objetivos da ordenança.”
1 – O PROPÓSITO DA MISSÃO EM DEUS
Deus estabeleceu o Plano da Salvação antes mesmo da Criação, de modo que, Missões sempre estiveram no coração de Deus, a vinda de Jesus, Sua vida, ministério, morte e ressurreição nos ensinam isto (Cl 1.26,27).
1.1. Um projeto na eternidade
O Plano da Salvação não foi projetado após a Queda do primeiro casal no Éden, pelo contrário, foi planejado na eternidade passada (Ef 1.4). Tal compreensão é denominada na teologia de protológica (estudo sobre o propósito inicial das coisas), ou seja, em Sua infinita sabedoria e ciência, Deus sabia que o ser humano cairia de sua condição original. Desta forma, em Seu infinito amor e misericórdia, planejou na eternidade o Plano Salvífico que seria realizado pelo Filho (1Pe 1.20). Aqueles que foram alcançados pelo Evangelho vivem aquilo que Deus destinou para a humanidade lá nos tempos pretéritos, antes mesmo de toda criação.
Comentário🤓
A missão de Deus, conforme revelada nas Escrituras, não é uma iniciativa reativa à Queda, mas um propósito eterno que procede de Sua própria natureza. Quando o apóstolo Paulo afirma que fomos escolhidos “antes da fundação do mundo” (Ef 1.4), ele nos conduz à compreensão de que a redenção é anterior ao tempo e superior aos eventos históricos. A Missão está enraizada nos atributos de Deus, especialmente em Sua onisciência e amor imutável.
Não houve surpresa no Éden. Deus, em Seu conselho eterno, já havia traçado a rota da reconciliação, não como um plano alternativo, mas como expressão de um projeto glorioso, concebido na eternidade. A teologia protológica nos revela que o Calvário não foi um improviso celestial, mas a culminação de um propósito preestabelecido, onde Cristo é o Cordeiro “conhecido, com efeito, antes da fundação do mundo” (1Pe 1.20).
Missões, portanto, não surgem da urgência humana, mas do caráter eterno do Deus que salva. Desde sempre, Ele desejou fazer conhecido o mistério escondido dos séculos (Cl 1.26,27). O evangelho é, por excelência, o desdobramento de um projeto eterno de amor. A Missão é, antes de tudo, a manifestação visível dos atributos de Deus — graça, misericórdia, justiça e santidade — operando no tempo, com o propósito de alcançar os que Ele já conhecia em Seu conselho soberano.
1.2. Missões e a manifestação da Glória de Deus
O Plano da Salvação executado por Cristo serve a vontade estabelecida por Deus na eternidade, chamado por Paulo de eterno propósito (Ef 3.11). Sendo assim, a ação de Cristo é a expressão plena do amor do Pai, com o propósito de revelar a Sua Glória para o Seu louvor. Deus não precisa de nada, logo a manifestação de Sua Glória e louvor é, na verdade, uma das maiores bênçãos que a criação pode receber, pois compartilhar e vivenciar a Glória de Deus é encontrar o seu propósito e significado de existência. O ser humano só encontra a verdadeira vida, quando retorna a sua condição original, ser o ser humano de Deus.
Comentário🤓
O eterno propósito de Deus, conforme revelado nas Escrituras, é que Sua glória seja manifesta entre os homens por meio da redenção operada em Cristo Jesus. Quando tratamos de Missões e os Atributos de Deus, é imperativo compreender que o projeto salvífico é, antes de tudo, uma expressão da Sua glória comunicada ao ser humano. O apóstolo Paulo nos ensina que tal plano não nasceu no tempo, mas foi “segundo o propósito eterno” (Ef 3.11), revelando que a Missão não é um improviso divino, mas uma expressão voluntária do caráter de Deus.
A Missão, portanto, não visa apenas salvar o pecador, mas levá-lo ao conhecimento, à experiência e à contemplação da Glória de Deus. Missões existem porque a glória de Deus ainda não é reconhecida por todos os povos. Assim, a evangelização é o meio pelo qual o homem é reconduzido ao seu estado original de criatura em perfeita comunhão com o Criador. Ao viver para o louvor da glória de Deus, o homem realiza o seu verdadeiro propósito.
A glória que se manifesta na redenção é resultado direto dos atributos divinos: santidade, justiça, amor, graça e fidelidade. Missões é, pois, o movimento de Deus em direção ao homem perdido, para fazer dele um portador e refletor da Sua glória. Quando o crente entende isso, ele não apenas prega o Evangelho, mas vive para glorificar o Pai. Esse é o espírito da verdadeira missão.
EBD Hoje – Escola Dominical | Revista Betel | 3º Trimestre De 2025 | Missões: O Clamor da última hora | Betel Jovens 3 trimestre 2025 Lição 03 – Escola Dominical | Betel Jovens
REFLETINDO
Em Jesus, Deus está decididamente agindo com amor e poder para restaurar toda a criação e a totalidade da vida humana de modo que vivam novamente sob seu governo.
Michael Goheen
2 – O RELACIONAMENTO COM DEUS COMO ÍMPETO DA MISSÃO
Por Deus ser amor e nos amar, Ele deseja resgatar o ser humano da condição de caído e pecador e colocá-lo na condição de filho e herdeiro (Gl 4.7).
2.1. Deus Pai como missionário
Deus é a fonte de toda bondade, luz e misericórdia. Ele deseja compartilhar de Si mesmo a todos os seres humanos, de modo a se relacionar conosco como Pai (Rm 8.15) e amigo (Jo 15.15). Ele deseja em Seu íntimo abençoar a todos e resgatar aqueles que estão em trevas e trazê-los para Sua maravilhosa luz (1Pe 2.9). Desta forma, a iniciativa da salvação e busca pelo perdido inicia pelo próprio Deus Pai que nos amou, quando ainda éramos pecadores. Foi Ele mesmo que enviou o Seu único Filho para nos resgatar (Rm 5.8).
Comentário🤓
A missão não nasce primeiramente de uma necessidade humana, mas do coração amoroso de Deus. O relacionamento com o Pai é o que impulsiona e define o verdadeiro sentido da missão cristã. Antes de qualquer iniciativa humana, a missão é expressão do caráter de Deus que, sendo amor (1Jo 4.8), decide agir em favor da humanidade.
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2.1. Deus Pai como missionário
Deus não é apenas o Criador, mas o primeiro missionário da história. Desde o Éden, após a queda do homem, o próprio Deus tomou a iniciativa de buscar Adão e Eva (Gn 3.9). Essa busca continua em todo o enredo bíblico, culminando no envio do Seu Filho para resgatar a humanidade. Paulo afirma em Romanos 5.8: “Mas Deus prova o seu próprio amor para conosco, em que Cristo morreu por nós, sendo nós ainda pecadores.”
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O relacionamento de Deus com os homens não é distante ou impessoal. Ele deseja ser conhecido como Pai (Rm 8.15) — um Pai que adota, ama, corrige e transforma — e também como amigo (Jo 15.15), que se comunica, caminha junto e compartilha Seus planos com os Seus. Ele não quer apenas resgatar, mas estabelecer uma comunhão íntima com Seus filhos.
Deus é luz (1Jo 1.5) e deseja tirar os homens das trevas espirituais para a Sua maravilhosa luz (1Pe 2.9). A missão, portanto, nasce do desejo divino de repartir Sua vida, luz e glória com os seres humanos. Deus não apenas nos resgata, mas nos convida a participar do Seu propósito eterno, como filhos e co-herdeiros em Cristo (Gl 4.7).
Essa revelação nos ensina que a missão não é um fardo, mas um privilégio: fomos alcançados pelo amor do Pai, e agora, somos chamados a levar esse amor a outros. A missão é, antes de tudo, uma resposta ao amor que nos alcançou primeiro.
2.2. Um Deus que está à procura
Em João 4.23, Jesus afirma que o Pai está à procura dos verdadeiros adoradores. A palavra aqui é “zeteo”, transmite a ideia de alguém que busca e procura algo. Outra informação pertinente é o tempo verbal no grego que significa que esta ação é contínua, ou seja, Deus está, agora mesmo, a procura de verdadeiros adoradores, O nosso Deus não é um Deus estático que se encontra “dormindo sentado em um trono distante”, mas o nosso Deus é um Deus que trabalha (Jo 5.17) em favor daqueles que nEle esperam (Is 64.4).
Comentário🤓
A afirmação de Jesus em João 4.23 revela um aspecto dinâmico e relacional do caráter divino: Deus está à procura. O uso do termo grego zeteo não apenas destaca a intenção ativa do Pai, mas também a continuidade dessa busca. Deus não Se contenta com formalismos ou aparências religiosas; Ele deseja comunhão genuína, em espírito e em verdade.
Essa busca contínua não nasce da carência divina, mas do Seu amor. O mesmo Deus que procurou Adão no Éden (Gn 3.9) é o que, por meio de Cristo, continua buscando corações rendidos. Isso refuta categoricamente a visão de um Deus impassível e distante. Pelo contrário, conforme Isaías 64.4, é um Deus que “trabalha por aquele que nele espera”. Ele não apenas espera adoradores, Ele os procura ativamente.
Em João 5.17, Jesus revela que o Pai “trabalha até agora”, o que nos mostra que a adoração verdadeira envolve também uma cooperação com o agir divino. O adorador verdadeiro é aquele que entende que adorar não é um evento, mas uma vida diante de um Deus que opera continuamente na história e nos corações. Portanto, a adoração é uma resposta ativa ao movimento de Deus em direção ao homem. Isso é Pentecostes em essência: um Deus presente, que se move, busca, opera, e enche o Seu povo com o Espírito para que o adore em espírito e em verdade.
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3 – O AMOR DIVINO COMO BASE DA MISSÃO
Deus está à procura do ser humano, Ele nos busca incansavelmente, pois o amor quebra todas as barreiras; todo aquele que ama, ama porque Deus o amou primeiro e derramou o Seu amor em nossos corações (1Jo 4.19).
3.1. – Um Deus que ama
Um dos atributos comunicáveis de Deus é o amor (1Jo 4.8). Esta é a essência mais sublime de Seu caráter, o amor ágape, de auto doação, entrega voluntária e valorização. Ele compartilha o Seu amor na eternidade com as pessoas divinas: o Filho e o Espírito Santo. Seu amor é tão grande que deseja transbordar de Si mesmo a toda a Criação, pois todo amor que temos procede de Deus e todo aquele que ama é filho de Deus (1Jo 4.7). Ao entender que o amor deseja o bem ao próximo (1Co 13.4), fica fácil entender por que Missões estão no coração de Deus, pois Ele deseja resgatar das garras do pecado, das trevas e da condenação eterna o pecador.
Comentário🤓
Deus é amor — esta não é apenas uma bela declaração doutrinária, mas uma revelação da essência do próprio Ser divino (1Jo 4.8). O amor ágape, com o qual Deus ama, não é interesseiro, não busca recompensa, mas é entrega voluntária, é iniciativa divina. Desde a eternidade, o amor circula entre o Pai, o Filho e o Espírito Santo, e é desse transbordamento eterno que nasce o desejo de Deus de alcançar o ser humano.
Quando Paulo descreve o amor em 1Coríntios 13.4, vemos que esse amor “é benigno”, ou seja, deseja e promove o bem. Por isso, Missões estão no coração de Deus: porque o amor divino não é passivo, é um amor que se move em direção ao necessitado, ao perdido, ao caído. O mesmo Deus que amou o mundo de tal maneira (Jo 3.16) é o que envia — envia o Filho, envia o Espírito, envia a Igreja.
Portanto, missões não são apenas uma estratégia da Igreja, mas a expressão natural do caráter amoroso de Deus. O missionário vai, porque Deus ama. A Igreja ora, contribui e prega, porque o amor de Deus a constrange. O verdadeiro adorador, tomado pelo amor do Pai, sente o peso da perdição das almas e entende que amar a Deus é, também, amar o que Deus ama: o pecador. Assim, o amor que procede de Deus nos move a obedecer à sua vontade, e essa vontade é que todos sejam salvos (1Tm 2.4).
3.2. Um Deus que deseja abençoar
Ao compreender que Deus é amor (1Jo 4.8), que amou o mundo de um jeito inominável e enviou Seu Filho para nos resgatar (Jo 3.16), que Ele é Pai, amigo e vive na luz inacessível, podemos entender que a busca do perdido e pecador é a base da missão da Igreja. Os seres humanos só serão verdadeiramente abençoados quando viverem de fato o amor de Deus. O foco e objetivo de nossas vidas não devem ser nem o dinheiro, nem os prazeres sexuais, o orgulho, ou as posições de destaque, mas sim, o verdadeiro relacionamento com o Deus Vivo que nos faz ser abençoados e abençoadores. Esta sim é a melhor e maior bênção que podemos receber.
Comentário🤓
O Deus que é amor não apenas nos ama passivamente — Ele age, Ele se doa, Ele envia. Sua maior expressão de amor foi enviar Seu Filho para resgatar a humanidade perdida (Jo 3.16). Isso revela o Seu profundo desejo: abençoar.
A bênção de Deus não se limita ao que é material ou momentâneo. A verdadeira bênção é relacional — é estar em comunhão com o Deus Vivo. Ele é Pai que cuida, Amigo que sustenta, Luz que guia. E por isso, sua maior dádiva ao homem não são riquezas, status ou prazeres terrenos, mas o privilégio de viver no Seu amor, e compartilhar esse amor com o próximo.
A missão da Igreja, portanto, não é um programa, mas uma extensão do coração de um Deus que quer abençoar o mundo inteiro por meio de seus filhos. O que Deus mais deseja é que todos O conheçam e, ao conhecê-Lo, sejam plenamente abençoados.
Quando priorizamos esse relacionamento com Deus acima de qualquer coisa — acima do dinheiro, do prazer, do orgulho, da vaidade — experimentamos a real bênção: sermos abençoados para abençoar. Isso transforma nossa missão em vida, e nossa vida em missão.
Subsídio para o Educador
A mensagem da cruz, aquela que afirma que todos somos pecadores e fomos destituídos da glória de Deus (Rm 3:23), que independente do que façamos, não conseguimos o favor divino e que Deus, através de sua Graça, misericórdia e amor, enviou Seu Filho Unigênito para morrer por nós (Jo 3.16), que se encontra hoje sentado à destra do Pai e um dia voltará para buscar a Sua igreja. Essa mensagem tão simples e singela mudou a História da humanidade, foi impactante na História da Igreja e deve ser resgatada novamente e pronunciada ao pecador. Fonte: (COSTA; Sergio Nascimento da. Revista Betel Dominical, 20. Trimestre, 2019 – Lição 3)
CONCLUSÃO
Aquele que está em Deus por meio de Cristo e possui o Espírito Santo deve estar comprometido com o desejo ardente de proclamar as Boas-Novas e transbordar do amor de Deus. Somente aquele que é amado pode amar, assim como aquele que reconhece que é abençoado tem o dever de abençoar o próximo.
Complementando
A Teologia divide os atributos de Deus em duas categorias, que são:
Incomunicáveis: são exclusivos de Deus – eterno, onisciente, onipresente, imutável, entre outros.
Comunicáveis: Deus compartilha com o ser humano – amor, bondade, santidade, sabedoria, justiça, entre outros. Mesmo em nossas limitações devemos buscar conhecer os atributos do Senhor e admirá-lO em Sua majestade e grandiosidade.
EU ENSINEI QUE
Missões estão no coração de Deus, pois refletem a Sua própria essência, de Ser Amor, Pai e Luz.
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